As práticas de censura econômica instituídas pelo Governo de Mato Grosso nos últimos 8 anos devem ser repetidas também durante o período eleitoral, em que o sucessor de Mauro Mendes (União), o empresário-político Otaviano Pivetta (Republicanos) deve disputar o Palácio Paiaguás.
Em conversas reservadas feitas com representantes de veículos de comunicação, asseclas de Otaviano Pivetta têm solicitado que os sites de notícias, jornais e outros veículos de imprensa não deem tanta atenção às pesquisas recentes, que mostram o crescimento de Wellington Fagundes (PL) enquanto Pivetta está patinando.
Algumas dessas pesquisas indicam aquilo que analistas políticos mais afiados perceberam: dizer que vai encerrar contratos do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e falar que não vai pagar a Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores não pegou nada bem para o sucessor de Mauro Mendes.
Pivetta ainda sofre alta rejeição de parte do eleitorado que vem do serviço público. Se Mauro Mendes “passou mel” na boca do eleitorado, ao prometer que pagaria a RGA, Pivetta não encontrou nem mesmo o caminho da lorota, tão comum entre os políticos brasileiros, que prometem mais do que entregam.
Otaviano, pelo contrário, parece ser um cavaleiro cavalgando na contramão pois seus sincericídios são recorrentes e acabam causando mais estrago do que não dizer nada. Se continuar assim, quanto tempo mais a política de não divulgação de pesquisas eleitorais vai funcionar?
























