Os ricos e poderosos acreditam que a eleição em Mato Grosso se reduz a uma questão de “quanto custa e quem comprar” para transformar o voto numa mera formalidade a cumprir na Justiça Eleitoral. O objetivo do balcão de negócios da política é ter uma candidatura única ao Governo do Estado nesta eleição de 2026. Esse é o pano de fundo que afeta a democracia e, quem diria, acerta precisamente a candidatura a governador do senador Wellington Fagundes, do PL.
A sua pré-campanha é o alvo constante de dois inimigos, os ricaços e parte da extrema direita bolsonarista:
1) Inimigo externo. Os ricaços que lideram este movimento antidemocrático do “dinheiro compra tudo”. A todo instante trabalham pela desistência da candidatura de Wellington a qualquer custo, a qualquer custo de cifras milionárias. A cada momento surgem os rumores de que Wellington foi finalmente comprado e vai desistir da disputa.
2) Inimigo interno. A resistência ideológica do bolsonarismo mais radical que enxerga no senador um candidato sem os “atributos” necessários para a disputa radical: Wellington é democrata, é aberto ao diálogo e fez uma trajetória política de consensos e parcerias. Tais atributos democráticos passam a ser um horror ideológico para o bolsonarismo que grita, xinga, agride e estimula o ódio aos adversários.
A vida dura de Wellington Fagundes na pré-campanha é desmentir, desmentir que não vai desistir. Toda hora, no seu estilo conciliador, tem que colocar panos quentes no fogo amigo. E fica rouco de tanto reafirmar que será sim adversário na disputa ao governo contra o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o candidato querido dos poderosos de plantão e de alguns prefeitos bolsonaristas que estão prontos para trair.

A última cena mediática de Wellington foi mostrar que a direção nacional do PL está fechada com a sua candidatura ao governo de Mato Grosso. Diante de rumores de uma possível desistência de disputar o governo de Mato Grosso, informou o site Gazeta Digital, o senador Wellington Fagundes (PL) se reuniu, mais uma vez, com a presidência nacional da sigla, Valdemar da Costa Neto, e o dirigente estadual, Ananias Filho, para reforçar seu nome na disputa ao Paiaguás.
Uma nova reunião ocorreu em Brasília, na tarde de quarta-feira (6), e vídeo com o trio crava os nomes do grupo para as eleições deste ano. Veja o vídeo abaixo.
Fagundes já se reuniu com o próprio ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), quando ainda estava na Papudinha, para garantir apoio. E conta com o apoio declarado do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato a presidente da República, ungido candidato pelo pai. Flávio e Wellington gravaram juntos um vídeo no qual afirmaram que Mato Grosso não pode ser governado por quem tem histórico de violência doméstica.
“É tudo verdade”, “acredite se quiser”, “além da imaginação”. A candidatura do senador Wellington Fagundes contra Otaviano Pivetta faz bem à democracia em Mato Grosso. A conferir se essa série de suspense, terror, desmentidos e fogo amigo terá reviravoltas surpreendentes.






















