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Chapada dos Guimarães movimentou R$ 145 milhões em 2025

Parque nacional em Mato Grosso registra mais de 183 mil visitas em 2025 e impulsiona arrecadação, emprego e renda na região

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(Foto: Rafael Soares)

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães movimentou R$ 145,4 milhões em gastos de visitantes em 2025, segundo o estudo “Contribuições do Turismo em Unidades de Conservação para a Economia Brasileira”, elaborado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Ao todo, a unidade recebeu 183.675 visitas no período, consolidando-se como um dos principais vetores de turismo e desenvolvimento regional no Centro-Oeste.

Os dados indicam que os gastos dos turistas geraram R$ 69,4 milhões em produção local, além de R$ 3 milhões em renda e R$ 6,3 milhões em valor adicionado à economia da região. O impacto também se reflete no mercado de trabalho, com a criação de 103 empregos, e na arrecadação tributária, que somou R$ 22,8 milhões. Em uma análise complementar, baseada em metodologia distinta, o parque registrou 137.756 visitas e R$ 117,2 milhões em gastos, com impacto de R$ 55,7 milhões em produção e R$ 5 milhões em valor adicionado.

O desempenho da Chapada se insere em um cenário de expansão nacional. Em 2025, as unidades de conservação federais somaram 28,5 milhões de visitas, gerando R$ 40,7 bilhões em vendas e R$ 20,3 bilhões de contribuição ao Produto Interno Bruto (PIB), segundo o ICMBio. O levantamento aponta ainda R$ 9,8 bilhões em renda para famílias e mais de 332,5 mil empregos sustentados pela atividade turística nessas áreas.

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Os parques nacionais concentram a maior parte desse fluxo, com 13,6 milhões de visitas no ano passado, recorde histórico. O ranking é liderado pelo Parque Nacional da Tijuca, seguido pelo Parque Nacional do Iguaçu e pelo Parque Nacional de Jericoacoara. Embora não figure entre os mais visitados, o parque mato-grossense se destaca pelo impacto proporcional na economia local.

O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou que os dados reforçam o papel estratégico dessas áreas. “Esse estudo comprova que as Unidades de Conservação não são fundamentais apenas para a regulação dos ciclos hidrológicos e do clima, proteção da biodiversidade e do controle do desmatamento, mas contribuem expressivamente para o desenvolvimento da nossa economia em bases sustentáveis”, disse.

O presidente do ICMBio, Mauro Pires, destacou o retorno econômico dos investimentos públicos no setor. Segundo ele, cada R$ 1 investido no instituto gera R$ 16 em valor agregado ao PIB e R$ 2,30 em arrecadação tributária. “Os resultados mostram que as unidades de conservação são estratégicas para o desenvolvimento do Brasil”, afirmou.

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