Mesmo investindo mais de R$ 600 mil em tecnologia da informação, o Departamento de Água e Esgoto (DAE-VG) desapareceu com informações de pagamentos, receitas, contratos, licitações, pagamento de folha de pessoal e outros dados que constavam no Portal da Transparência da autarquia.
O desaparecimento chamou a atenção de cidadãos de Várzea Grande e de profissionais dos órgãos de controle, mas até o momento nada foi feito pela diretoria do DAE para solucionar o problema.
Atualmente, o departamento é comandado por Rogério de França Martins (PSDB), o vereador Rogerinho da Dakar, escolhido pela prefeita Flávia Moretti (PL) para o cargo.
Sob o comando de Flávia e Rogerinho, o DAE não realizou nenhum inauguração ou construiu um único metro de adutoras para melhorar a distribuição de água no município, passado mais de um ano da gestão da atual prefeita.
Conhecido por ser uma espécie de “antro de Corrupção” em Várzea Grande, o DAE foi alvo de uma investigação da Delegacia de Combate à Corrupção da Polícia Civil, que resultou na Operação Gota D’água, revelando um esquema de cobranças indevidas, pagamento de propina e outros crimes em que até vereadores do município foram citados nas investigações. As investigações da Deccor envolviam fatos que ocorreram no ano de 2024.
























