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Construtora de Mato Grosso entra em recuperação judicial

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Divulgação

Casas populares Ávida

 

A Justiça de Mato Grosso aceitou o pedido de recuperação judicial da empresa Ávida Construtora e Incorporadora. A decisão foi proferida nesta semana pela juíza da 1ª Vara Cível de Cuiabá, Anglizey Solivan de Oliveira. À Justiça, a empresa mato-grossense apresentou dívidas que ultrapassam R$ 36 milhões. A Ávida alegou que a situação econômica da empresa foi agravada por uma série de fatores externos, inclusive a pandemia da covid-19.

 

Com a decisão, a construtora passará agora por um processo de reestruturação. Ficam suspensas as execuções, se garante a manutenção da função social da empresa, além da preservação dos empregos e ainda o bloqueio da apreensão de bens essenciais à atividade.

 

No despacho, a magistrada nomeou como administrador judicial o advogado Daniel Brajal Veiga, que tem prazo de 48 horas para, aceitando a nomeação, dar início aos trabalhos. O primeiro passo será a realização de uma assembleia geral com todos os credores e caberá a Brajal a apresentação, nos próximos 60 dias, de um plano de recuperação judicial.

 

A Ávida Construtora e Incorporadora foi fundada em 2007, na cidade de Alta Floresta, e tinha como objetivo a construção de moradias populares. No ano seguinte, deu início a um plano de expansão, com a construção de creches públicas e privadas. Em 2013, a Ávida ampliou ainda mais seus negócios e, desde então, desenvolveu empreendimentos imobiliários e obras de infraestrutura em todo o território mato-grossense, entregando em torno de 10 mil unidades habitacionais ao longo da sua história.

 

Um dos primeiros problemas enfrentados pela empresa foi a paralisação, em 2015, do pagamento por parte do poder público de obras contratadas para o programa ‘Minha Casa, Minha Vida’. As dívidas altas levaram a empresa a alienar imóveis de sua propriedade.

 

Os altos juros, crises econômicas nacionais, pandemia da COVID-19, alta inflação, baixa liquidez, ações na justiça contra a construtora, rescisões contratuais, condenações da devolução de valores pagos e impossibilidade de arcar com suas dívidas tornaram o quadro ainda mais problemático e levaram a empresa a recorrer à Recuperação Judicial.

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