O Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), deflagrou nesta quinta-feira (08.07) a segunda fase da Operação “Zircônia”, com o cumprimento de cinco mandados judiciais, expedidas pela 7ª Vara Criminal da Capital.
Entre os mandados, estão três prisões preventivas realizadas contra sócios de universidades em Cuiabá. De acordo com o Gaeco, as três instituições investigadas são: MC Educacional, Polieduca Brasil e Poliensino, estão com as atividades suspensas por determinação judicial.
As universidades são localizadas todas no mesmo local, no bairro Goiabeiras, em Cuiabá, e são alvos desde a primeira fase da operação.
De acordo com o MPE, estão sendo apurados crimes de suposta organização criminosa especializada na oferta, ministração de cursos e emissão de diplomas, históricos escolares e certificados de conclusão de cursos de Ensino Superior sem a devida autorização do Ministério da Educação (MEC). Além dos crimes de estelionato, falsificação e uso de documentos públicos falsos e embaraço à investigação.
Dos cinco mandados judiciais expedidos, três são de prisão preventiva em face dos sócios das instituições de ensino investigadas, um refere-se a busca e apreensão domiciliar e o outro de intimação para audiência de justificação. As ordens foram cumpridas na capital e em Várzea Grande.
O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) é integrado por membros do Ministério Público Estadual (MPMT), da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC-MT) e da Polícia Militar (PM-MT).
Nome da operação
Zircônia é uma pedra muito parecida com o diamante. A diferença entre as duas é difícil de ser identificada por pessoas que não são especialistas no assunto, a exemplo das instituições investigadas na operação.





















