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Vale uma caixa de cloroquina: qual ministério teve o maior corte?

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O presidente Jair Bolsonaro assinou, enfim, a lei orçamentária de 2021.

 

O governo bloqueou R$ 9,285 bilhões em despesas primárias previstas no Orçamento de 2021. O decreto com o bloqueio das dotações orçamentárias foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (23) e faz parte do “contorcionismo financeiro” feito pelo governo para sancionar o Orçamento deste ano, que havia sido aprovado pelo Congresso Nacional com despesas obrigatórias subestimadas.

 

O DOU desta sexta-feira traz também a sanção de Bolsonaro à lei orçamentária deste ano. Após semanas de embate entre a equipe econômica e o Congresso Nacional e um acordo que descontou da meta fiscal as despesas de combate à pandemia, Bolsonaro sancionou o Orçamento ontem, último dia do prazo legal. A sanção foi informada pela Presidência da República por volta de 22h.

 

Corte

 

O decreto 10.686, que dispõe sobre o bloqueio de dotações orçamentárias, atingiu 28 ministérios, agências e autarquias. Ontem, em sua “live” semanal nas redes sociais, Bolsonaro indicou que todos os ministérios sofreriam corte e disse que o bloqueio seria “bastante grande”.

Leia Também:  Morre Neila Gonçalves, referência no jornalismo em Mato Grosso

 

A marcha da ignorância

 

Ganha uma caixa de cloroquina quem acertar qual ministério do governo Bolsonaro sofreu o maior corte?

 

Sim, o Ministério da Educação. O maior atingido foi o Ministério da Educação, que teve R$ 2,728 bilhões em despesas bloqueadas.

 

É a lógica do governo Bolsonaro: educação não é prioridade.

 

E segue a marcha da ignorância.

 

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