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Superlotação em presídios de MT diminuiu 18%

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Christiano Antonucci

PCE raio 6.jpg

 

O sistema prisional de Mato Grosso aloca o total de 11.410 detentos distribuídos em 48 unidades que comportam 7.786 vagas. Atualmente, o Governo do Estado reduziu em 18% o déficit carcerário em dois anos de gestão com a inauguração de novas unidades e ampliações que podem chegar ao aumento de 1.140 vagas, reduzindo em 64% o déficit prisional.

 

O ano de 2019 foi marcado por reformas e o aparelhamento das unidades penais, como no caso da Penitenciária de Água Boa, que teve a instalação de scanner corporal, de aparelho de raio-x, além da reforma das torres de segurança e a construção de salas de aulas. Outra unidade a contar com melhorias no aparelhamento foi a Cadeia Pública de Jaciara, que teve uma troca no sistema de monitoramento, ampliando de 15 para 32 câmeras de segurança.

 

Já a Cadeia Pública de Araputanga contou com a ampliação de 80 novas vagas, assim como a Cadeia Pública de Mirassol d’Oeste, que com a construção de um bloco externo houve a criação de 60 vagas. A Cadeia Pública do Capão Grande, em Várzea Grande, também contou com a construção de uma ala de triagem dos presos no Raio 3 da unidade.

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O Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC) também teve melhorias no ano de 2019, com a construção de torres de segurança em uma parceria com a Associação Mato-grossense de Atacadistas e Distribuidores (Amad) e a Associação dos Servidores Penitenciários do CRC.

 

Entre as unidades que contabilizaram melhorias no primeiro ano de gestão – desde reformas, construção de salas administrativas e salas de aula, pintura, entre outras – estão: as Cadeias Públicas de Alta Floresta, de Nobres, de Alto Araguaia, de Comodoro, de São José dos Quatro Marcos, Feminina de Rondonópolis, Feminina de Cáceres, além do Centro de Detenção Provisória de Pontes e Lacerda e a Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, entre outras.

 

Modelo pioneiro em 2020

 

O ano de 2020 foi marcado por inaugurações de novas unidades penais e a implantação de um modelo pioneiro no país, com a construção do raio 6 da Penitenciária Central do Estado (PCE). Ao custo de R$ 9,7 milhões e em tempo recorde de apenas 45 dias, o Governo do Estado construiu um novo espaço com 432 vagas, modelo que será levado para as demais unidades do estado.

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Novas vagas

 

Entre as obras previstas para os próximos dois anos estão: Barra do Garças (500 vagas), Água Boa (432 vagas), Rondonópolis (432 vagas), Sinop (432 vagas), mais um raio com 432 vagas na PCE, além de um raio de segurança máxima com 54 vagas na mesma unidade, Peixoto de Azevedo (256 vagas), além da ampliação de 600 vagas nas demais unidades do estado.

 

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