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Manifestação de repúdio contra decisão que favoreceu feminicida

O casal foi executado a tiros no dia 18 de janeiro deste ano na porta do prédio da mãe de Thays, no bairro Alvorada, em Cuiabá, pelo ex-namorado dela Carlos Alberto Gomes Bezerra, filho do ex-deputado Carlos Bezerra. 

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No dia 7 de dezembro está marcada uma manifestação pública “Não Vamos nos Omitir” de repúdio à decisão da Justiça no caso do feminicídio de Thays Machado, 40 anos, que era servidora do Poder Judiciário, e do homicídio de Willian César Moreno, 33. O ato está previsto para começar às 16 horas, em frente ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em Cuiabá.

O casal foi executado a tiros no dia 18 de janeiro deste ano na porta do prédio da mãe de Thays, no bairro Alvorada, em Cuiabá, pelo ex-namorado dela, Carlos Alberto Gomes Bezerra, filho do ex-deputado Carlos Bezerra.

No dia 17 deste mês, a Segunda Câmara Criminal do TJMT concedeu a Carlos Alberto Gomes Bezerra o benefício da prisão domiciliar enquanto aguarda o julgamento por duplo assassinato. Os desembargadores entenderam que Bezerra tem o direito de aguardar o julgamento em casa, em tratamento de saúde, pois não há comprovação de “sua acentuada periculosidade, ou indícios de que, em liberdade, voltará a praticar outros atos delituosos”.

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O Ministério Público de Mato Grosso se manifestou contra o privilégio concedido ao feminicida. Conforme noticiou o PNB Online, por meio do Núcleo de Apoio para Recursos aos Tribunais Superiores (NARE), entrou com embargos de declaração no Tribunal de Justiça para esclarecer alguns pontos do acórdão que autorizou o réu Carlos Alberto Gomes Bezerra a cumprir prisão domiciliar.

Carlos Alberto foi preso em flagrante, após uma tentativa de fuga, e denunciado pelo Ministério Público no final de janeiro deste ano por feminicídio contra Thays Machado e homicídio qualificado contra Willian Cesar Moreno. A intenção do MPMT é que o feminicida retorne para o presídio.

manifestação contra feminicídio

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