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Audiência Pública discute impactos do fechamento da Estrada da Chapada

O fechamento diário da estrada para obras de contenção de deslizamentos de terra tem afetado o tráfego, causando problemas para veículos de carga, ônibus coletivos, turismo e impactando diretamente o comércio local.

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Audiência Pública discute impactos do fechamento da Estrada da Chapada – Daniel B. Meneses/Secom-MT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realiza nesta quinta-feira (07.03), às 19h, a segunda audiência pública para debater os desafios enfrentados pela população de Chapada dos Guimarães devido ao fechamento intermitente da MT-251, conhecida como Estrada da Chapada, no trecho do Portão do Inferno.

O fechamento diário da estrada para obras de contenção de deslizamentos de terra tem afetado o tráfego, causando problemas para veículos de carga, ônibus coletivos, turismo e impactando diretamente o comércio local. O aumento no preço dos produtos e até mesmo o desabastecimento em algumas lojas de mercearias são algumas das consequências.

O declínio no fluxo turístico também preocupa, já que o turismo é a principal fonte de renda do município. Pousadas e restaurantes estão sofrendo com a baixa demanda, resultando em demissões crescentes.

Para a audiência, estão convidados representantes da Secretaria de Estado de Infraestrutura, que apresentarão o andamento das obras de contenção e propostas para resolver definitivamente o problema. Entre as soluções discutidas estão a construção de um viaduto ou túnel e a retirada das pedras em risco de deslizamento. Além disso, será abordada a proposta de abertura da MT-030 como nova rota de acesso à cidade, bem como a pavimentação completa da estrada que passa pelo distrito de Água Fria.

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O deputado estadual Wilson Santos (PSD), requerente da audiência, enfatizou a importância de buscar soluções. “Queremos buscar soluções debatendo o problema com autoridades locais, representantes do governo do Estado, geólogos, engenheiros, técnicos do ICMBio (já que a área atingida está dentro de um Parque Nacional e qualquer intervenção precisa de anuência do Governo Federal), comerciantes, guias turísticos e moradores para juntos chegarmos a uma solução rápida e viável”, explicou o parlamentar.

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