As três chapas de oposição que disputaram o primeiro turno da eleição para reitoria da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) se uniram. O comunicado foi feito nesta terça-feira (12.03) e o objetivo é conquistar a vitória no segundo turno na disputa contra o atual reitor Evandro Soares.
A chapa 1, encabeçada pela professora Marluce Aparecida Souza e Silva, agora conta com o apoio das chapas 3 e 4, que foram lideradas pelos professores Marcus Cruz e Iramaia Jorge Cabral de Paulo, respectivamente para enfrentar a chapa 2, do atual reitor.
O professor Marcus Cruz, da chapa 3, destacou a importância da união das três chapas de oposição para “derrotar a atual gestão que tem desprezado a UFMT”. Afirmando que a universidade precisa de mudança, Cruz salientou que a presença de três chapas oposicionistas é um indicativo da “falta de qualidade e gestão” da atual administração.

A fala da professora Iramaia complementa e aprofunda a crítica à gestão atual da UFMT. Ela reconhece a existência de uma gestão, mas a qualifica como “academicamente ineficiente” e incapaz de proporcionar um “ambiente saudável” para a comunidade universitária. Ela argumenta que a universidade precisa de uma gestão “mais acadêmica, inovadora e justa” que “acolha toda a comunidade acadêmica”.
A professora Marluce, em sua fala, consolidou o coro de críticas à gestão atual da UFMT e reforçou a necessidade de mudança. Ela agradeceu o apoio das outras chapas, simbolizando a união em prol de um futuro melhor para a universidade.
No pleito realizado na quarta-feira (06.03), as chapas oposicionistas somaram 67% dos votos, contra 31% da chapa da atual gestão que busca a reeleição.

















