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PRISÃO É MANTIDA

Cinco de MT votam para soltar deputado acusado de mandar matar Marielle

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por 277 a 129 votos, a manutenção da prisão de Chiquinho Brazão. Foram 28 abstenções.

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Cinco parlamentares de Mato Grosso votaram pela revogação da prisão do deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), suspeito de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes.

O caso foi analisado nesta quarta-feira (10.04). O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por 277 a 129 votos, a manutenção da prisão de Chiquinho Brazão. Foram 28 abstenções.

Leia também: Câmara decide manter prisão de deputado Chiquinho Brazão

De Mato Grosso, os deputados federais Abílio Brunini (PL), José Medeiros (PL), Coronel Assis (União) e as deputadas federais Amália Barros (PL) e Coronel Fernanda (PL) votaram pela revogação da prisão do suspeito de ser o mandante dos assassinatos.

deputado Marielle
Coronel Assis, Amália Barros, Abílio Brunini, Coronel Fernanda e José Medeiros

Já a deputada federal Gisela Simona (União) e os deputados federais Emanuelzinho (MDB) e Juarez Costa (MDB) foram favoráveis a manutenção da prisão do parlamentar.

Antes da votação, o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, orientou sua bancada pela revogação da prisão. Também nesta quarta-feira, o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara instaurou o processo de cassação de Brazão.

O deputado é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista, Anderson Gomes, no dia 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro. Brazão foi preso por obstrução de Justiça no dia 24 de março, por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Leia Também:  Fávaro classifica Pivetta como “raso” e “inseguro” e detona postura do Governo Estadual

A decisão foi confirmada por unanimidade pela Primeira Turma do STF, que também determinou a prisão do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro Domingos Brazão e do delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa. Os três são investigados por envolvimento no homicídio de Marielle e Anderson.

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