A estratégia política da extrema direita norte-americana, liderada por Trump, será atacar a nova candidata a presidente Kamala Harris, vice de Biden, por todas as eventuais falhas da gestão dos democratas. Funciona bater no vice? Ou funciona atacar o candidato quando era vice?
Seria o equivalente a atacar o vice-prefeito de Cuiabá, José Roberto Stopa (PV) pelos erros e escândalos da gestão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) ou o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) pelos desacertos da gestão do governador Mauro Mendes (União).
Em óbvio, os vices e a vice são responsáveis por áreas específicas dos respectivos governos. Stopa na área de infraestrutura, Otaviano na área da Educação e Kamala na sensível área da imigração, tema tornado central por Trump nesta campanha eleitoral. Mas fora daí, os três são o que são: vice-prefeito, vice-governador, vice-presidente, sem poder de mando e responsabilidades pela condução geral da gestão.
A conferir se, na eleição norte-americana, essa estratégia de dizer que a “culpa é do Stopa ou a culpa é do Otaviano” cola com Kamala, guindada da posição de vice para a de candidata a presidente da República dos Estados Unidos por conta da desistência do atual presidente Joe Biden de concorrer à reeleição.






















