Pesquisar
Close this search box.
CONCLAVE NO VATICANO

“Não precisa ser um Francisco 2, mas que novo Papa venha com espírito de renovação”, diz arcebispo de Cuiabá

Arcebispo Dom Mário disse que tem rezado pelo Conclave e pela escolha do novo Papa.

Publicidade

O arcebispo de Cuiabá, Dom Mário Antônio, disse que tem rezado pelo Conclave que vai ser realizado no Vaticano para a escolha do novo Papa, que assumirá o comando da Igreja Católica após a morte do Papa Francisco. A oração é para que o eleito siga os caminhos traçados por Francisco, sem a necessidade de comparação com seu legado.

“Tenho rezado pelo conclave, rezo pelos cardeais brasileiros e também pelos demais. Minha oração é para que não precise vir um Francisco 2. Não existe essa possibilidade, mas que venha com esse espírito de renovação”, ressaltou Dom Mário em entrevista à Rádio Cultura na manhã desta terça-feira (22.04).

Para o arcebispo de Cuiabá, há chances de um cardeal brasileiro ser eleito Papa. São oito cardeais brasileiros que podem ser votados no Conclave. Dom Mário ressaltou, no entanto, que também é grande a possibilidade de que o eleito seja um italiano, asiático ou africano.

“Em primeiro impulso, sem análise detalhada, digo que a possibilidade de [ser eleito] um papa italiano ou de outro local da Europa, mas destaco italiano. Depois, asiático ou africano. Seriam as três questões que coloco de maneira muito livre, sem desconsiderar outro latino americano e do Brasil. Mas seria essa a minha ordem de oração, não de preferência, mas de minha análise livre”, disse Dom Mário.

Leia Também:  Frente fria reduz temperaturas em Cuiabá no Dia das Mães

Questionado sobre a possibilidade de influências de correntes ideológicas na escolha do Papa, Dom Mário diz que isso é inevitável, mas que os cardeais devem se abster das convicções pessoais na hora da eleição.

“Agora vêm as expectativas e especulações no Conclave que vai acontecer depois do sepultamento. O Espírito Santo age na igreja e não cochila e não dorme. Os cardeais têm suas diferenças e espero que caminhem para um consenso e que a eleição seja fruto da oração. Fala-se muito de influências de um certo Trumpismo, conservadorismo, progressismo e outras concepções. Não estamos imunes a isso, por conta das concepções individuais dos cardeais. Mas quando começar o Conclave, a escolha deve ser representativa da vontade de Deus e da necessidade da igreja”, completou o arcebispo.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

Publicidade

Publicidade

Publicidade

NADA PESSOAL

Nada Pessoal com o Deputado Estadual Wilson Santos

Informe Publicitário

Informe Publicitário

Informe Publicitário

Informe Publicitário

Publicidade

NADA PESSOAL

Nada Pessoal com Valdinei Mauro de Souza