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Afastamento da presidente Dilma Rousseff ainda divide a bancada de Mato Grosso no Congresso

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A crise política no Brasil chegou ao nível intolerável. A análise é do deputado federal Victório Galli (PSC). O parlamentar é um dos que avalia a possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Ele lamenta que os nomes dos presidentes da Câmara e do Senado também sejam investigados em esquema de corrupção. “Independente do partido, essas autoridades deveriam dar o exemplo à nação”, avaliou Galli.

 

Para o deputado, a economia não vai bem, mas o “desastre” é provocado pela crise política. “A verdade é que o Partido dos Trabalhadores deu PT no país. É Perda Total na economia, na educação, na saúde e, sobretudo, na esperança do brasileiro”, disse Galli.

 

Na avaliação dele, não há trabalhador feliz por conta dessa situação. “A cesta básica é reajustada sem controle, o dólar sobe além do que é de direito, as bolsas despencam todos os dias. Eu não queria dizer isso da Dilma, mas o desgoverno é tão grande que não há como deixar de considerar essa rejeição”, completou Galli.

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Na opinião do coordenador da Bancada de Mato Grosso, deputado federal Fábio Garcia (PSB), neste momento tumultuado o Brasil precisa de um novo governo. “Essa gestão perdeu a capacidade de dar à sociedade a esperança e tirar o país da recessão econômica que está enfrentando”.

 

Fábio Garcia deixou claro que é uma opinião pessoal e que o PSB ainda não se posicionou a respeito. “É fato que precisamos retomar o desenvolvimento econômico, gerar emprego e tornar o país seguro e atrativo para gerar investimentos”.

 

Embora Victório Galli também defenda o impeachment de Dilma Rousseff, ele não acredita que isso ocorra e dá uma sugestão. “Se eu fosse a Dilma, sairia por cima. Faria uma carta de renúncia e pediria desculpa aos brasileiros. Vai ficar mais barato do que ter novas eleições”, sugeriu.

 

Além de Garcia e Galli, apenas o deputado federal Adilton Sachetti (PSB) se diz favorável ao impedimento da presidente da República. Carlos Bezerra (PMDB), Saguas Moraes (PT) e Ezequiel Fonseca (PP) têm posições contrárias. Já o deputado Valtenir Pereira (PMDB), tem evitado falar sobre o assunto.

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No Senado, Wellington Fagundes (PR) também é contra. No entanto, os outros dois senadores da bancada de Mato Grosso hoje votariam pelo afastamento de Dilma. Blairo Maggi (PR) e José Medeiros (PPS) assumiram essa posição, inclusive, postando notas de ‘Fora Dilma’ em suas redes sociais.

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