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COMISSÃO DAS MULHERES

Câmara de Cuiabá aprova moção de repúdio contra deputada federal Erika Hilton

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© Lula Marques/Agência Brasil

A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, na manhã desta quinta-feira (12.03), uma moção de repúdio contra a eleição da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.

A proposta foi apresentada pelo vereador Rafael Ranalli (PL) e recebeu 11 votos favoráveis durante a sessão. O documento será registrado pelo Legislativo municipal e encaminhado à Câmara dos Deputados.

Na justificativa da moção, Ranalli afirma que a comissão tem papel central na formulação e no acompanhamento de políticas públicas voltadas à proteção das mulheres brasileiras e que a condução do colegiado deveria, segundo ele, estar alinhada a uma defesa firme dessas pautas.

A presidente da Câmara de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), declarou apoio à moção e afirmou que a presidência da comissão deveria ser ocupada por uma “mulher biológica”. “Com todo respeito a todas as pessoas, mas como mulher eu peço o apoio de vocês que votem sim nessa moção. Nós, mulheres, vivemos na pele, sentimos a maternidade, todas as mudanças durante a gestação e depois no período puerpério”, disse durante a sessão.

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Entre os votos favoráveis estão os de três vereadoras: Michelly Alencar (União), Dra. Mara (Podemos) e a própria Paula Calil. Também votaram a favor Rafael Ranalli, Fellipe Corrêa (PL), Cezinha Nascimento (União), Dilemário Alencar (União), Sargento Joelson (PSB), Marcrean Santos (MDB) e Marcus Brito Júnior (PV).

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) votou contra a moção. Já Kássio Coelho (Podemos) e Maria Avalone (PSDB) se abstiveram.

Eleição na Câmara dos Deputados

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados elegeu Erika Hilton para presidir o colegiado nesta quarta-feira (11). A deputada recebeu 11 votos, contra dez votos em branco.

Ao assumir o cargo, Hilton afirmou que pretende conduzir a comissão com diálogo e com a defesa dos direitos das mulheres. Ela destacou ainda ser a primeira mulher trans a presidir o colegiado.

“Esta presidência não é apenas um nome, é o símbolo de uma democracia que se expande. Minha gestão tratará de todas as mulheres”, afirmou em discurso após a eleição.

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