Pesquisar
Close this search box.

Citado, presidente da AL acredita que Silval teve confusão mental

Publicidade

 

Normal
0

21

false
false
false

PT-BR
X-NONE
X-NONE

/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-priority:99;
mso-style-parent:””;
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin-top:0cm;
mso-para-margin-right:0cm;
mso-para-margin-bottom:10.0pt;
mso-para-margin-left:0cm;
line-height:115%;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:11.0pt;
font-family:”Calibri”,”sans-serif”;
mso-ascii-font-family:Calibri;
mso-ascii-theme-font:minor-latin;
mso-hansi-font-family:Calibri;
mso-hansi-theme-font:minor-latin;
mso-bidi-font-family:”Times New Roman”;
mso-bidi-theme-font:minor-bidi;
mso-fareast-language:EN-US;}

Em seu primeiro pronunciamento depois que foi citado na delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) à Procuradoria Geral da República (PGR) como um dos beneficiados com vantagens indevidas no governo do peemedebista, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Eduardo Botelho (PSB), disse que não procede as acusações contra ele e o irmão, o empresário Rômulo Botelho.

 

“Na delação, o ex-governador fez várias citações sobre a empresa da qual eu participa, a Nhambiquaras. Eu não sei se ele fez por confusão mental, pelo tempo que ficou preso, ou se foi por maldade. Mas, houve várias citações indevidas”, rebateu o deputado Botelho lembrando que não participaram do programa MT Integrado e que nunca existiu qualquer conversa do irmão com a então deputada federal Thelma de Oliveira (PSDB) em que ela tenha cobrado R$ 1 milhão pela liberação de emenda para obra que a empreiteira realizou em Chapada dos Guimarães.

Leia Também:  Jayme Campos recebe vereadores de Tabaporã e garante R$ 750 mil para a saúde

 

Botelho confirmou que, como empresário e investidor, fez parte de uma empresa que tinha um contrato de investidor. Segundo ele, a empresa passou por diversas auditorias do governo de Pedro Taques (PSDB) e até hoje ela presta serviço ao Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran/MT). Então, eu participei como investidor de julho de 2010 a julho de 2012 e está tudo na minha declaração do Imposto de Renda e na Junta Comercial do Estado (Jucemat).

 

Se for convocado a prestar esclarecimentos à Justiça, ele irá como empresário que era na época. “Eu saí da empresa em julho de 2012, faltando dois anos antes de acabar o governo Silval Barbosa”, pontuou ao completar que não teme ser investigado hoje e espera o mesmo dos colegas de Parlamento, que eles apareçam para trabalhar e cumprir o papel de legislar, para votar e aprovar a PEC do Teto de Gastos, da Reforma Tributária e Orçamento para o próximo ano.

 

Ele confirmou que teve dois encontros com Silval, o primeiro quando se discutia a mudança do modal de para a Copa do Mundo para o VLT e, contra, Botelho tentou fazer o ex-governador desistir por ser mais caro e ter dado problemas nas cidades brasileiras que optaram pelo transporte. Mas, o governador disse que “lá são incompetentes. Aqui nós somos competentes e vai ficar na história de Mato Grosso”. Já o segundo foi em 2014, quando o socialista buscava o apoio do PMDB na disputa à Presidência da Assembleia.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

Publicidade

Publicidade

Publicidade

NADA PESSOAL

Nada Pessoal com o Deputado Estadual Wilson Santos

Informe Publicitário

Informe Publicitário

Informe Publicitário

Informe Publicitário

Publicidade

NADA PESSOAL

Nada Pessoal com Valdinei Mauro de Souza