A seleção brasileira já conhece o caminho inicial rumo ao tão esperado hexacampeonato. Cabeça de chave do Grupo C da Copa do Mundo de 2026, o Brasil enfrentará Marrocos, Haiti e Escócia nos dias 13, 19 e 24 de junho. O formato ampliado do Mundial — agora com 48 seleções e três países-sede (Canadá, Estados Unidos e México) — promete viagens mais curtas e uma fase de grupos mais dinâmica.

Marrocos: a força que voltou para ficar
Semifinalista em 2022 e 11º no ranking da Fifa, Marrocos mantém a base que encantou o mundo, incluindo Hakimi e o técnico Walid Regragui. A seleção chega embalada por uma campanha impecável nas eliminatórias, com 100% de aproveitamento e apenas dois gols sofridos. No retrospecto geral, o Brasil leva vantagem, mas os marroquinos mostraram que tradição não intimida.
Escócia: retorno após 28 anos
De volta à Copa pela primeira vez desde 1998, a Escócia chega impulsionada pela classificação no fim das eliminatórias. O volante McTominay, destaque no futebol italiano, lidera um time competitivo, embora irregular nas competições europeias. Historicamente, o duelo favorece amplamente o Brasil — são oito vitórias brasileiras em dez jogos.
Haiti: a surpresa da Concacaf
Após mais de meio século longe dos Mundiais, o Haiti ressurge com moral ao superar Costa Rica e Honduras nas eliminatórias. Sem grandes estrelas, concentra suas referências em Bellegarde e no zagueiro Ricardo Adé. Diante do Brasil, entretanto, o retrospecto é totalmente verde e amarelo.
Com um grupo diverso e desafios de estilos contrastantes, o Brasil inicia sua campanha mirando não apenas a classificação, mas o ritmo ideal para uma caminhada longa. O torcedor pode se preparar: começa aqui mais um capítulo da busca pelo hexa.






















