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NESTA QUINTA

Congresso internacional sobre literaturas africanas leva debates à Academia Mato-grossense de Letras

Programação gratuita na Casa Barão integra o V Congresso da Afrolic e reúne escritoras do Brasil e de São Tomé e Príncipe.

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(Foto: Assessoria)

A Academia Mato-grossense de Letras (AML), em Cuiabá, recebe nesta quinta-feira (09.07) uma das mesas do V Congresso da Associação Internacional de Estudos Literários e Culturais Africanos (Afrolic), evento que reúne pesquisadores para discutir as literaturas africanas de língua portuguesa e as produções culturais da diáspora. A atividade é gratuita e integra a programação do projeto Casa Aberta.

Com o tema “África e diáspora: solidariedades, dinâmicas interculturais e literárias”, o congresso é realizado entre os dias 8 e 10 de julho na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e, pela primeira vez nesta edição, estende parte da programação à sede da Academia Mato-grossense de Letras.

A principal atividade da noite será a mesa “Por que, para que e para quem escrever?”, às 19h, com a participação das escritoras Neusa Baptista Pinto, Luciene Carvalho, Juçara Naccioli e Olinda Beja, de São Tomé e Príncipe. O debate abordará a produção literária de mulheres e os diálogos entre a literatura africana e a brasileira.

Além da mesa temática, o Casa Aberta terá slam de poesia com inscrições abertas, instalação artística interativa, brechó, gastronomia regional e um pocket show da cantora Pacha Ana, com o espetáculo “MPB – Macumba Popular Brasileira”.

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Segundo a organização, o congresso chega à quinta edição consolidado como um espaço de intercâmbio entre pesquisadores e escritores dedicados às literaturas africanas e da diáspora. A atual diretoria da Afrolic reúne docentes da UFMT, da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e da Universidade Estadual do Piauí (UESPI).

Para a presidente desta edição do congresso, Marinei Almeida, da Unemat, aproximar o evento da Academia Mato-grossense de Letras amplia o diálogo entre instituições culturais e acadêmicas e contribui para o reconhecimento da influência africana na formação da identidade brasileira.

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