O Ministério da Saúde informou que Mato Grosso e outros cinco estados estão em situação crítica para falta de oxigênio hospitalar. Representantes do ministério e da Procuradoria Geral de República se reuniram para discutir ações de combate à pandemia. Ainda segundo a PGR, o ministério tem monitorado os níveis do oxigênio hospitalar em todo o país.
O Governo de Mato Grosso emitiu uma nota para explicar que a Secretaria de Estado de Saúde tomou todas as providências necessárias para garantir o fornecimento de oxigênio nos hospitais de sua responsabilidade. Entre as medidas adotadas estão os aditivos contratuais, aumento de reservatórios e diálogo com fornecedor sobre logística. Apesar do consumo 250% maior que a média normal, neste momento, o abastecimento na rede estadual está garantido.
O Governo explicou que dois distribuidores privados de oxigênio, que atendem a aproximadamente 50 municípios, alertaram para a dificuldade de logística, pois o abastecimento das cargas era realizado na cidade de Cubatão, em São Paulo, e foi transferido para o Rio de Janeiro. O fato está causando um tempo maior de transporte e, com isso, risco de desabastecimento. Neste momento não existem veículos disponíveis no país para ampliação da frota.
“O Governo já acionou o Ministério da Saúde, que coordena a logística de fornecimento de oxigênio no país, para ajudar a restabelecer as condições e garantir o abastecimento nestas cidades. Segundo os dois distribuidores, se for resolvida a logística do local de embarque o problema estará solucionado”, diz a nota do Governo de Mato Grosso.






















