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MAPA DA FOME

Cuiabá deve receber R$ 32,5 milhões para o programa Prato Cheio

A visita do ministro também foi marcada pela assinatura do Pacto Nacional de Combate à Fome.

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O ministro do Desenvolvimento Social, Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, confirmou que a presidência da República vai liberar R$ 32,5 milhões, para subsidiar o Prato Cheio, pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), voltado a compra de alimentos produzidos pela agricultura familiar, em Cuiabá.

“Vamos liberar esse dinheiro pelo fomento rural para gente poder trabalhar com as entidades. Compra o arroz, o feijão, a farinha, o ovo, a verdura, o frango para chegar no restaurante e diminuir a despesa”, anunciou o ministro, nesta sexta-feira (22.09), ao cumprir agenda na capital.

A visita do ministro também foi marcada pela assinatura do Pacto Nacional de Combate à Fome, no qual firma o compromisso de Cuiabá com o protocolo de intenções da união.

“O compromisso do presidente Lula é tirar o Brasil do mapa da fome. Recebemos o Brasil com mais de 33 milhões de pessoas na fome e 94 milhões na pobreza”, elencou Dias.

Os primeiros convênios assinados com a Prefeitura de Cuiabá prevêem a implantação de mais quatro restaurantes popular. Os estabelecimentos compreendem os bairros Pedregal, Residencial Coxipó, Pedra 90 e Santa Izabel e irão ofertar, em média, 1,3 mil refeições diárias ao valor simbólico de R$ 2,00.

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“A política de segurança alimentar da prefeitura vai atender aquelas pessoas mais carentes, que estão nos bairros, muitas vezes, longe do alcance do poder público. Garantir o acesso a alimentação desse grupo de extrema vulnerabilidade social é o nosso objetivo” destacou, em entrevista, a primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro.

O alcance da alimentação social é cobrir as 128 mil famílias em vulnerabilidade social inseridas no Cadastro Único (CAD), sendo que mais de 55 mil classificadas no mais alto grau de pobreza, com renda de até R$ 218 per capita.

Economia

O novo programa de Segurança Alimentar também possui o viés econômico para o comércio local, dado o impulsionamento aos novos e aos já existentes empreendimentos.

“Esse projeto vai alavancar as minhas vendas, tenho uma previsão de aumento de em torno de mais de 50%. Nós vendemos entre 120 e 150 refeições e a projeção é muito boa porque atendemos o bairros Jardim Leblon, Lixeira e uma parte do Bosque da Saúde”, contou Elvia Marta, do restaurante Buchada de Bode.

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