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CERTAME

Mais de 2,7 mil fazem prova para defensor público em Cuiabá

Concurso da Defensoria de Mato Grosso oferece 30 vagas e atrai candidatos de vários estados.

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Foto: Bruno Cidade/DPEMT

A Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso realizou neste domingo (22), em Cuiabá, a primeira etapa do VII concurso para defensor público. Ao todo, 2.723 candidatos participaram das provas, aplicadas em cinco locais da capital. O certame oferece 30 vagas para o cargo de defensor público de primeira classe, além da formação de cadastro de reserva.

Organizada pela Fundação Carlos Chagas, a prova objetiva teve duração de cinco horas e contou com 100 questões. Para garantir a segurança do processo, os candidatos precisaram permanecer em sala por, no mínimo, três horas. A expectativa da instituição é reforçar o quadro de membros em meio ao crescimento da demanda por atendimento.

“Estamos aqui acompanhando o primeiro dia de prova no concurso público para defensor público da DPEMT. Temos uma expectativa muito grande, afinal, o certame foi muito aguardado não só pelos candidatos, mas também por toda a nossa instituição pela necessidade de termos novos membros na Defensoria Pública. Estamos em pleno crescimento e nada melhor do que ter pessoas novas com cabeças novas para oxigenar e, principalmente, desenvolver estratégias para entregar um bom trabalho para a nossa população”, afirmou a defensora pública-geral Luziane Castro.

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Entre os candidatos, o clima foi de ansiedade e expectativa. Rafaela Lemos, natural de Bagé (RS), viajou até Cuiabá para participar do concurso e pretende permanecer no estado caso seja aprovada. “Tenho o sonho de ser defensora e vim com a esperança de passar e ficar em Mato Grosso. Não conhecia Cuiabá, mas gostei muito daqui. Me encanta poder atuar como defensora pública para ajudar as pessoas mais vulneráveis”, disse.

Já a candidata Clarissa Gelf, que mora em Mato Grosso desde 2010, decidiu prestar o concurso após experiência na própria instituição, onde atuou como estagiária e, posteriormente, como contratada. Segundo ela, a identificação com o trabalho desenvolvido pela Defensoria foi decisiva para a escolha da carreira.

“Eu não escolhi a Defensoria Pública, ela me escolheu. Eu me identifico com o objetivo da instituição, que é a defesa das pessoas em situação de vulnerabilidade social. Eu acredito que não existe nenhum outro órgão público que faz um trabalho igual o da Defensoria. A instituição me mostrou como as pessoas são, ainda mais quando atuamos na linha de frente de atendimento ao assistido. Devemos ter empatia e calçar o sapato do outro. Por essas razões eu me apaixonei pela Defensoria e quero muito ser defensora pública”, afirmou.

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Integrante da comissão organizadora do concurso, a defensora pública Raquel Regina Souza Ribeiro destacou a importância da seleção para o futuro da instituição. Segundo ela, os novos aprovados terão papel fundamental no atendimento à população em situação de vulnerabilidade no estado.

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