O governador Mauro Mendes (União) visitou nesta quarta-feira (27) as obras da nova escola estadual no Bairro Ilza Piccoli, em Cuiabá, que deverá ser entregue em janeiro de 2024. Mendes, engenheiro de formação, falou só sobre a qualidade da obra.
“Estamos construindo cinco grandes escolas em Cuiabá e Várzea Grande. Essa escola que estamos vendo aqui no Bairro Ilza Piccoli é revolucionária em termos de conceito, qualidade e infraestrutura, que serão replicados em outras cidades do nosso Estado. Estamos trazendo para dentro da sala de aula o que há de melhor no Brasil para oferecer um ensino de qualidade aos nossos jovens”, afirmou o governador.
O governo anunciou que em 10 anos a Educação de Mato Grosso estará entre as melhores do país. Mas seria interessante apresentar os indicadores para comprovar o quanto avançou ou não nos primeiros 5 anos da Era Mauro Mendes.
Além da óbvia melhoria das escolas, uma obrigação de qualquer governo comprometido com a sociedade e a boa aplicação do dinheiro público, é interessante constatar que pouco se sabe sobre o Projeto de Educação Pública no estado: qual é a meta; qual é o plano; como os jovens serão formados para a vida e para o trabalho? A revolução é a criação das polêmicas escolas cívico-militares? O que pensam os especialistas em Educação sobre esta “revolução”?
Mais estranho ainda é o fato de que esta “revolução” anunciada não ter, aparentemente, qualquer eco no sindicato dos professores. O Sintep foi alistado para participar da “revolução” de Mendes?
O projeto de educação pública em Mato Grosso precisa de escolas boas e ideias melhores.






















