O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) prometeu que até dia 30 de junho entregava as obras do BRT. Prometeu e não cumpriu. Agora faz outra promessa, empurrando o problema com a barriga: a obra estará pronta “até o final do ano”. Leia-se, depois da eleição. Em óbvio, a promessa feita tenta tirar da pauta dos debates eleitorais a obra inacabada do BRT. Uma evidente jogada eleitoreira. Vale lembrar, tirando do Buraco da Memória, que ele e Mauro Mendes (União) prometeram entregar a obra do BRT em um ano, promessa feita em 2019. A dupla não teve competência para cumprir a promessa. A obra inacabada transformou-se no inferno diário da população de Cuiabá e Várzea Grande.
O discurso de campanha de Pivetta é se mostrar um gestor competente, mas a realidade do “fazimento” malfeito não combina com a falação vazia. O governador, candidato a reeleição, terá que dar muitas explicações aos eleitores sobre o BRT inacabado; o fiasco da obra no Portão do Inferno em Chapada e sobre o fiasco do “asfalto farelo” na MT 170.
Neste âmbito de gestão, caberá ao governador Otaviano Pivetta dar explicações também sobre a série de denúncias de corrupção no governo do estado, como o escândalo da Oi, o escândalo da Saúde, o escândalo dos consignados, entre outros. Afinal, ele era um vice atuante ou um vice decorativo? Afinal, ele vai explicar os malfeitos ou vai deixar tudo para Mendes explicar?























