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INVESTIGAÇÃO

Polícia continua diligências após ouvir seis pessoas sobre a morte de Raquel Cattani

Além dos país e do ex-marido da vítima, amigos próximos também serão ouvidos.

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Raquel Cattani
Raquel Cattani (Reprodução / Instagram)

Seis pessoas já foram ouvidas pela Polícia Civil de Mato Grosso sobre a morte de Raquel Cattani, empresária e filha do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), acontecida na última sexta-feira (19.07) no sítio onde ela morava em Nova Mutum (a 240 km de Cuiabá). Conforme informações checadas pelo PNB Online, as equipes policiais continuam nesta terça-feira (23.07), as diligências na região onde ocorreu o homicídio para reunir informações que possam colaborar no esclarecimento do homicídio.

Nesta segunda-feira (22.07), o delegado responsável pela investigação, Guilherme Pompeo, ouviu os pais da jovem. Outras oitivas foram e serão realizadas com amigos próximos à vítima. O ex-marido de Raquel também foi ouvido e as diligências iniciais realizadas descartam, preliminarmente, seu envolvimento no crime, conforme destacou o delegado.

A polícia não informou qual linha de investigação está sendo seguida no momento. “A prioridade da Polícia Civil é reunir o máximo de informações para esclarecer o brutal crime e identificar a autoria”, informou a assessoria.

Raquel Cattani foi encontrada na manhã de sexta-feira (19.07) pela mãe, no sítio onde ela morava, no assentamento Pontal do Marape, no município do médio norte mato-grossense. A perícia realizada no local apontou que a jovem apresentava ferimentos causados por arma branca. Até o momento, a Polícia Civil aguarda os resultados periciais, que confirmarão o número de ferimentos que causaram a morte da vítima, assim como o laudo do local do crime. Os laudos são elaborados pela Perícia Técnica e Identificação Oficial de Mato Grosso (Politec).

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A casa de Raquel apresentava sinais de violência, uma televisão foi encontrada quebrada e uma motocicleta levada do local. Buscas também são feitas para localização dos pertences, mas nada foi encontrado. Uma das hipóteses levantadas é a possibilidade de que a casa tenha sido revirada de forma proposital pelo autor para mascarar a motivação e simular um latrocínio (roubo seguido de morte).

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