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Rondon Bassil mantém prisão de ex-secretário da Assembleia Legislativa

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O ex-secretário de Orçamento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso Luiz Márcio Bastos Pommot vai continuar preso no Centro de Custódia de Cuiabá. O desembargador Rondon Bassil, da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, negou o pedido de liberdade formulado pela defesa do ex-secretário, em sede de liminar.

 

Pommot foi preso no dia primeiro de julho, pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual, quando da deflagração da operação”Ventríloquo”, que investiga o desvio de recursos da Assembleia Legislativa no período de 2013 a 2014, por meio de uma simulação de pagamento de uma dívida com a seguradora do banco HSBC.

A prisão foi mantida, segundo a decisão do desembargador, proferida na manhã desta segunda-feira (6),  “dada a presença dos requisitos (materialidade e indícios de autoria) e pressupostos autorizadores da prisão preventiva”.

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Ainda segundo o magistrado, “a necessidade de garantia da ordem pública, consubstanciada na gravidade em concreto da conduta, vem demonstrada, essencialmente, a partir da grandiosa soma desviada dos cofres públicos (aproximadamente R$ 10.000.000,00)”.

Na avaliação de Rondon, o desvio do recurso no valor de R$ 10 milhões, “somada às outras circunstâncias dos autos, legitima, ao menos por ora, a manutenção da custódia, justamente por revelar o desprezo do paciente pela coisa pública e, por conseguinte, a periculosidade que ele representa para o interesse da sociedade mato-grossense, possivelmente vilipendiado pela troupe integrada pelo paciente”.

Outro fundamento que embasou a prisão de Pommot foi para garantir a instrução criminal. “A conveniência da instrução criminal é extraída da real possibilidade de que, uma vez em liberdade, o paciente, sendo servidor de carreira da Assembleia Legislativa do Estado e por conta do propalado prestígio que detém naquele órgão público, valha-se dessas condições para se livrar dos vestígios porventura deixados pelas condutas investigadas nestes autos, a exemplo de agendas, extratos bancários, recibos, notas fiscais, mídias digitais, entre outros”.

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“À vista dos elementos de prova existentes até o momento e tendo em mira que a investigação desencadeada pelo Ministério Público ainda está na fase embrionária, não se mostra suficiente e tampouco adequada a substituição da custódia antecipada por medidas cautelares dela diversas”, destacou.

Desvio na AL

O ex-secretário é acusado de participar de um esquema que teria desviado dos cofres da Assembleia Legislativa a quantia de R$ 10 milhões, em uma simulação de pagamento de uma dívida junto a seguradora do HSBC.

Ele é apontado como a pessoa que indicava as contas bancárias onde deveria ser depositado o dinheiro, a pedido do ex-presidente da Assembleia, José Geraldo Riva (PSD), que inclusive, chegou a ser preso, no dia primeiro e foi libertado 24 horas depois pelo Supremo Tribunal Federal.

O esquema teria ocorrido nos anos de 2013 e 2014. Além de Riva e do Pommot, também é acusado de participação no esquema o advogado Júlio César Domingues Rodrigues. O esquema foi delatado pelo advogado Joaquim Fábio Mielli Camargo, que foi alvo de uma investigação policial a pedido do próprio banco.

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