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Setor industrial lidera geração de empregos em Mato Grosso

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José Paulo Lacerda-CNI

Indústria BR.

 

Mato Grosso, liderado pelo setor industrial, alcançou um saldo de 3.350 novos empregos com carteira assinada em maio, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado na quinta-feira, 29 de junho. Durante esse período, ocorreram 52.570 contratações e 49.220 demissões.

 

Consequentemente, o número total de pessoas empregadas formalmente no estado atingiu 863 mil. Sorriso (com saldo de 623 vagas), Cuiabá (429) e Rondonópolis (336) foram os municípios que apresentaram o maior saldo positivo de empregos formais gerados em maio.

 

O setor industrial liderou as contratações, com um saldo de 1.248 novos empregos assumidos em maio. Além disso, os setores da construção (1.009), comércio (519) e serviços (926) também apresentaram resultados positivos. O único setor com variação negativa na região foi a agropecuária (-352).

 

Em âmbito nacional, o Brasil registrou um saldo de 155,2 mil empregos formais em maio, com um desempenho positivo em todos os cinco grandes grupos de atividades econômicas. O setor de serviços se destacou novamente, mantendo o desempenho de abril, mas com um crescimento de 54% no mês.

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O saldo positivo foi observado em 23 estados. Ao longo do ano, os resultados positivos em 24 das 27 unidades da Federação possibilitaram a criação de 865,3 mil empregos com carteira assinada desde janeiro. Isso levou o país a atingir um estoque de empregos formais de 43,3 milhões, um recorde na série histórica do Caged.

 

“Considerando a evolução positiva nos números do emprego formal, acredito que chegaremos a mais de 2 milhões de empregos até o final do ano”, avaliou o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. Especificamente em maio, o saldo de postos de trabalho resultou em 2.000.202 contratações e 1.844.932 demissões.

 

O setor de serviços foi o que teve o maior saldo em maio, com 83.915 empregos formais, destacando-se nas áreas de “Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas” (+37.731) e “administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais” (+26.116).

 

Os resultados foram positivos em todas as cinco regiões do país e em 23 unidades federativas. O maior saldo foi registrado em São Paulo: +50.112 postos (+0,4%). Minas Gerais, com +26.626 postos (+0,6%), e Espírito Santo, com +13.593 postos (+1,6%), aparecem na lista dos estados com maior geração de empregos no mês. Na região Sudeste, o saldo registrado foi de 102,7 mil novas vagas formais.

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A Região Nordeste teve um saldo positivo de 14,6 mil vagas com carteira assinada, com destaque para a Bahia (9,4 mil). O Centro-Oeste encerrou o mês com 14,4 mil postos formais registrados, impulsionado pelo saldo de 6,2 mil contratações em Goiás. Em seguida, vem a região Norte, com um saldo de 12,6 mil vagas. O Pará impulsionou os números com 7,2 mil vagas no período. No Sul, o saldo foi de 8,8 mil vagas, com destaque para o Paraná (7,7 mil).

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