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INVESTIGAÇÃO

Contratos revelam suspeita de Caixa 2 na campanha de Flávia Moretti

Documentos revelam que pessoas contratadas pela campanha da prefeita não aparecem na prestação de contas entregue à Justiça Eleitoral.

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Contratos não declarados pela prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), para a prestação de serviços eleitorais em 2024 revelam indícios de caixa 2, caso que é investigado pela Polícia Federal.

Documentos obtidos pela reportagem do PNB Online revelam que algumas pessoas contratadas pela campanha da prefeita não aparecem na prestação de contas entregue à Justiça Eleitoral.

O centro da investigação envolve contratos de prestação de serviços por prazo determinado emitidos pela Comissão Provisória do Partido Liberal (PL) de Várzea Grande.

Os registros da Comissão Provisória do Partido Liberal indicam que a contratação de I. F. S. ocorreu em 29 de setembro de 2024, enquanto os contratos de J. C. C. A., A. A. S. e D. M. S. M. foram firmados no dia 1 de outubro de 2024. Adicionalmente, todos esses nomes aparecem em uma lista de recebimento de pagamentos datada de 9 de outubro de 2024, que inclui também os indivíduos J. S. O., J. B. F., L. S. C. e S. S. P. C.

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Os documentos destinavam-se à contratação de fiscais para atuar nas seções eleitorais no dia 6 de outubro de 2024 . De acordo com as cláusulas dos contratos, o valor ajustado era de R$ 250,00, que deveria ser pago via transferência bancária ou PIX .

Segundo os denunciantes, muitos trabalhadores não encontraram seus nomes na prestação de contas oficial da campanha. Alguns ex-prestadores de serviço da campanha de Moretti procuraram a Polícia Federal para relatar que receberam pagamento em dinheiro e que firmaram contratos de prestação de serviço que não foram declarados.

Os contratos com cabos eleitorais teriam sido firmados no final da campanha de Flávia Moretti, quando a candidata não recebeu recursos do fundo partidário prometidos pela direção nacional do PL.

Segundo a denúncia, para solucionar o problema, Moretti procurou um importante empresário do setor imobiliário em Várzea Grande, que teria contribuído com R$ 500 mil, dinheiro que foi utilizado para bancar os contratos de apoiadores.

Outro lado

A reportagem procurou a assessoria de imprensa da Prefeitura de Várzea Grande, que afirmou que não vai se manifestar sobre o assunto. A reportagem procurou o marido da prefeita, Carlos Araújo, que não respondeu até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto para manifestações.

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