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TRIBUNAL DO JÚRI

Investigador acusado de matar PM vai a julgamento em Cuiabá

Primeiro julgamento do caso, em dezembro, foi dissolvido após discussões entre advogados e a juíza.

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O investigador da Polícia Civil Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves será julgado pelo Tribunal do Júri, em Cuiabá, pelo assassinato do policial militar Thiago de Souza Ruiz. O crime aconteceu em 2023 em uma conveniência de posto de combustível nas proximidades da Praça 8 de Abril, em Cuiabá.

O réu responde a ação penal por homicídio qualificado, com as agravantes de motivo fútil e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, conforme denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso.

De acordo com as investigações, na madrugada do crime, a vítima chegou com um amigo em uma loja de conveniência, localizada em um posto de combustível. Posteriormente, Mário Wilson chegou ao local e foi apresentado à vítima.

Imagens de câmeras de segurança mostram os envolvidos conversando momentos antes do crime. Em determinado instante, o policial militar (de camisa branca na foto) teria mostrado uma cicatriz e deixou à mostra uma arma que portava na cintura. Na sequência, o investigador civil sacou uma arma e tomou o revólver do PM. Em seguida ambos entraram em luta corporal, quando ocorreram os disparos que resultaram na morte de Thiago Ruiz.

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Thiago Ruiz, de camisa branca, foi atingido por tiro disparado por Mário Wilson, de boné.

O Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá começa às 9h e presidida pelo juiz Marcos Faleiros da Silva, da Quarta Vara Criminal da Capital. Este será um novo julgamento, já que o primeiro, em dezembro de 2025, foi dissolvido pela juíza Mônica Cataria Peri Siqueira, titular da 1ª Vara Criminal. Aquele Tribunal do Júri foi marcado por um bate-boca entre advogados de defesa e acusação e discussões com a magistrada. O embate levou à suspensão dos trabalhos e à intervenção da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB-MT).

O caso ganhou repercussão após advogados relatarem que, durante a sessão de julgamento, a juíza teria feito declarações consideradas ofensivas à advocacia, incluindo a frase “que se dane a OAB”, dita no contexto de reclamações sobre sua postura. A afirmação provocou reação imediata da entidade.

O julgamento desta terça será transmitido pelo canal oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso no YouTube

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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