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Passadas as eleições de 2022, o União Brasil, maior partido político de Mato Grosso em número de eleitos, começa a se organizar nos 141 municípios do estado. Nesta sexta-feira (10.02), as principais lideranças da sigla se reuniram em Cuiabá e definiram as primeiras estratégias para o fortalecimento do partido. Rodízio entre os suplentes na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados e a criação do União Brasil Mulher também estiveram em pauta.
Presidente regional do União, o deputado federal Fábio Garcia lembra que o partido foi fundado recentemente, com a fusão do Democratas e o Partido Social Liberal, processo que foi finalizado em fevereiro do ano passado. “Essa é uma reunião de organização do partido. O União Brasil, como é um partido novo, está começando o processo de montar o partido em cada um dos 141 municípios. Em um primeiro momento, trabalhamos para as eleições de 2022, o partido se consolidou como o maior de Mato Grosso, reelegemos o governador, quatro deputados estaduais e dois federais. E agora vamos fazer isso em cada município”.
O primeiro passo para isso, explica o deputado estadual Júlio Campos, é a definição de um cronograma para a definição das comissões provisórias nos municípios. “Vai haver no ano que vem eleição nos 141 municípios e o Partido vai ter que lançar candidato a prefeitos e vereadores tem que estar organizado. Nós fizemos um cronograma de trabalho até o dia 30 de março”.
Angelo Varela / ALMT

Uma das medidas adotadas é a divisão desta responsabilidade entre os parlamentares eleitos e outras lideranças. O critério de divisão é que o político do partido mais votado em cada município assumir a missão de organizar a comissão provisória municipal. “Ele tem a responsabilidade de conduzir a formação do partido. É uma meta ousada, porque até o dia 30 de setembro temos que estar organizado em todo o Mato Grosso com diretórios municipais em todo o estado, visando as eleições de 2024”.
Campos revela que a suplente da Câmara dos Deputados, Gisela Simona, deverá ser a responsável por criar o União Brasil Mulher. Vale lembrar que a legislação eleitoral exige a participação de 30% de mulheres na formação das chapas proporcionais e a Constituição assegura 30% dos recursos do fundo eleitoral para candidaturas femininas. “Estabelecemos também que os deputados estaduais e federais farão rodízio para que os suplentes tenham oportunidade de exercer o mandato. Ninguém foi eleito sem que o voto dos suplentes colaborasse com a legenda partidária”.























