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Industriais de MT e especialista fazem projeções econômicas da crise pós-pandemia

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live fiemt

 

Os impactos econômicos que a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) trouxe ao mundo ainda é imensurável. Com a quarentena adotada por mais de 60 países, muitas empresas podem começar a fechar as portas nos próximos dias. Já em Mato Grosso, a tendência é que a partir de segunda-feira (6), quando chega o 5º dia útil do mês e que devem ser pagos os salários dos trabalhadores, muitas empresas podem “quebrar” e outras pedirão recuperação judicial.

 

As previsões foram debatidas na tarde desta sexta-feira (3) em uma live (transmissão ao vivo) pelo Youtube entre o jornalista, economista e palestrante Luís Artur Nogueira e o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso (Fiemt), Gustavo de Oliveira.

 

“Há o risco de milhares de empresas quebrarem na próxima semana. Quem paga a conta agora é quem guardou caixa em março. Vamos acompanhar com atenção o que vai acontecer na próxima semana”, disse Luís.

 

Com o tema: “O impacto do coronavírus – crise e pós-crise”, as projeções econômicas abordadas preveem a maior crise da história. A expectativa é que no primeiro semestre a economia se apresente muito ruim, com provável recuperação a partir do segundo semestre, mas não se sabe a que ritmo.

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“O Brasil já vem em déficit por conta da forte crise econômica do biênio 2015 e 2016, e isso [pandemia] vai afetar demais. É muito difícil que a gente consiga salvar a economia brasileira. No setor privado, quem sobreviver, sai fortalecido. Já o setor público vai ‘patinar’ muito ainda”, avaliou Gustavo.

 

O agronegócio em Mato Grosso, segundo os especialistas, deve ter o melhor desempenho durante a pandemia. Esse é um tema importante a ser observado pelo presidente, para que não haja desabastecimento.

 

“Se tem uma área que traz tranquilidade para uma boa quarentena é o agronegócio, com a produção de alimentos”, completou. O setor é um dos principais exportadores de carne para a China, inclusive, país epicentro da disseminação do coronavírus.

 

Há previsões de retração do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020, com queda de até 4% e aumento do desemprego. A previsão é que o pico da doença em Cuiabá ocorra entre 10 de abril e 10 de maio. Para ele, caso haja realmente esse pico, a crise econômica pode fazer com que os governos acabem entrando em colapso.

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“Se a segunda onda de choque vier, já vimos políticos cederem [reduzindo a quarentena] por conta da economia”.  Para ele, em maio começa o confinamento seletivo, quando os governos devem começar a liberar alguns setores da sociedade para voltar ao trabalho.

 

Participaram da reunião virtual o empresário Ailton Ferreira da Silva, proprietário da Panificadora Buriti, em Rondonópolis, o presidente do Sindicato das Indústrias Sucroalcooleiras do Estado de Mato Grosso (Sindalcool/MT), Silvio Cezar Pereira Rangel e o vice-presidente do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), João Carlos Baldasso.

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