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Procuradoria da Mulher repudia violência e analisa medidas contra deputado

Em novembro do ano passado, Edilene ingressou com ação de reconhecimento e dissolução de união estável com pedido de Medidas Protetivas de urgência e alimentos provisionais, quando Valtinho Miotto ocupava a cadeira de deputado estadual na Assembleia Legislativa (ALMT).

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A Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) informou, por meio de nota, que repudia qualquer ato de violência contra a mulher. O posicionamento foi após matéria divulgada pelo PNB Online que revelou denúncia feita pela ex-primeira-dama de Matupá, Edilene Claro, contra o ex-prefeito e suplente de deputado estadual Valter Miotto, o Valtinho (MDB).

“Em nome da procuradora especial, deputada estadual Janaina Riva e dos deputados membros, Carlos Avallone e Valdir Barranco, a Procuradoria vem a público manifestar repúdio a qualquer ato de violência contra mulher e informa que irá acompanhar de perto o caso para analisar as medidas cabíveis uma vez que trata-se de um suplente de deputado que não está no exercício do mandato”, informou a nota.

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Em novembro do ano passado, Edilene ingressou com ação de reconhecimento e dissolução de união estável com pedido de Medidas Protetivas de urgência e alimentos provisionais, quando Valtinho Miotto ocupava a cadeira de deputado estadual na Assembleia Legislativa (ALMT).

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Dentre as medidas protetivas contra o ex-prefeito estão: I) Afastamento do domicílio do casal; II) Proibição de manter contato com a ofendida, por qualquer meio de comunicação, inclusive via mensagens de celular (“whatsapp”, torpedos SMS e redes sociais – facebook, instagram, telegram); III) Proibição de se aproximar da ofendida, obedecendo o limite de 200 metros de distância.

Na ação, ela relatou que há anos sofre violência psicológica e patrimonial, dependendo de mesada do ex-marido, e contou que era proibida de sair publicamente sem a permissão de Valtinho Miotto. Em um dos episódios ele a teria impedido de ir em sua posse como deputado estadual. “Ele disse que ela não estaria à altura do evento”.

O desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) Dirceu dos Santos deferiu parcialmente recurso do ex-prefeito de Matupá e deputado estadual Valter Miotto (MDB), e determinou que a ex-esposa do parlamentar desocupe em um prazo de cinco dias a residência do casal. Na mesma decisão, o magistrado manteve as medidas protetivas em favor em Edilene Claro.

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Outro lado

O PNB Online entrou em contato com o ex-prefeito e deputado estadual Valtinho Miotto que, por meio de nota, negou as acusações. Ele disse ainda que as acusações teriam sido motivadas pela disputa patrimonial após a separação do casal. Veja abaixo a nota, na íntegra:

“O ex-prefeito e suplente de deputado estadual Valter Miotto Ferreira, vem a público esclarecer que já está separado de sua ex-esposa há quase três anos, a qual já há alguns anos reside na cidade de Porto Alegre-RS, sendo que existe uma discussão patrimonial sendo tratada entre eles.

Infelizmente ela optou por mover uma ação no poder judiciário, após parte de seus pedidos e alegações, serem rechaçados pelo Poder Judiciário, esta optou por atacar a imagem deste por ser um homem público, informa que também tomou as medidas judiciais cabíveis para o reestabelecimento da verdade, frente aos fatos inverídicos apresentados por sua ex-esposa”.

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