Candidata pela chapa de oposição à atual gestão da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a professora Marluce Silva criticou as recentes tentativas de desmerecem sua filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT) e lembrou da relação do atual gestor, professor Evandro Soares, a partidos de direita.
Em entrevista ao Jornal da Cultura 90.7, nesta terça-feira (19.03), a professora disse que o atual reitor, que tenta a reeleição, estaria se “maquiando de petista”. “Hoje ele está maquiado de petista, porque no início do processo ele acabou contratando como sua assessora uma das nossas figuras mais importantes do PT”.
A professora afirmou ainda que respeita o posicionamento de aliados partidários que apoiam o atual reitor e disse que, caso seja eleita, sua gestão não será pautada por ideologia partidária.
“Nós temos a nossa filiação, nós respeitamos a nossa filiação, mas nosso trabalho não será reduzido em nada por causa da nossa escolha partidária”, declarou Marluce Silva.
Questionada se a greve de professores e técnicos teria sido motivada pelo processo eleitoral interno da universidade, a professora lembrou que trata-se de uma insatisfação antiga das categorias.
Oposição unida
As três chapas de oposição que disputaram o primeiro turno da eleição para a Reitoria da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) se uniram.
A chapa 1, encabeçada pela professora Marluce Silva, conta com o apoio das chapas 3 e 4, que foram lideradas pelos professores Marcus Cruz e Iramaia Jorge Cabral de Paulo, respectivamente para enfrentar a chapa 2, do atual reitor Evandro Soares.
Confira a entrevista na íntegra:























