A nova diretoria da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) alterou, em assembleia geral extraordinária, a redução do mandato eletivo da entidade para dois anos, a partir de 2026. A medida faz parte dos compromissos assumidos pelo presidente da AMM, Leonardo Bortolin (MDB).
Entre as alterações, definidas por prefeitos e prefeitas de diversas regiões do estado, também foi aprovada a limitação de reeleição para um único mandato adicional para o mesmo cargo. A medida busca promover a alternância de poder na AMM.
Outra inovação foi a limitação de reeleições para os cargos de direção, permitindo apenas uma reeleição consecutiva. A nova diretoria também colocou em votação e obteve aprovação a medida de que apenas prefeitos em mandato poderão votar nas eleições presidenciais da AMM, previstas para ocorrer em janeiro de 2027. Essa medida garante que apenas os gestores municipais empossados participem da escolha.
Além disso, a assembleia geral da entidade pode ser realizada em formatos presencial, telepresencial ou híbrido, adaptando-se às necessidades de participação dos associados. E ficou definida a adoção exclusiva do voto presencial nas eleições, utilizando as urnas eletrônicas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Já o cargo de presidente, assim como os demais cargos da diretoria e do conselho fiscal, não será remunerado, reforçando o caráter voluntário e dedicado dos membros à causa municipalista. Adicionalmente, a nova regra traz que um ex-prefeito somente poderá se candidatar a Diretor Presidente da entidade na eleição imediatamente subsequente ao encerramento do seu mandato de prefeito.
“Essas medidas refletem nosso compromisso em manter a AMM como referência nacional em defesa dos municípios. Acreditamos que a alternância de liderança, juntamente com a pluralidade de ideias e ações, fortalecerá ainda mais nossa instituição”, afirmou Leo Bortolin.

























