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EMPODERAR O SETOR

Max Russi se diz contra a extinção da Metamat e defende setor da mineração

O governo alega que, com a extinção, irá economizar R$ 47,5 milhões anualmente.

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O deputado estadual Max Russi (PDB) se manifestou contra a decisão do governador Mauro Mendes (União) de extinguir a Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat). Para o parlamentar é necessário ‘empoderar’ o setor de mineração já que o Estado tem potencial de exploração em várias áreas como calcário, ouro, diamante, ferro e cobre.

“Particularmente eu não concordo. Essa é uma posição do deputado Max. Eu defendo o setor da mineração, é um setor que tem um potencial muito grande em Mato Grosso, é um setor muitas vezes visto de forma errada. Eu particularmente acho que precisaria ter uma política pública, uma estrutura, um setor dentro do governo forte. Forte, para empoderar esse setor, para a gente viver o que a gente vive no agro, que gera emprego, gera renda, gera desenvolvimento”, declarou o deputado, nesta quarta-feira (04.12).

Segundo o deputado estadual, o setor gera impostos, empregos e desenvolvimento. “Desde que feita dentro das normas ambientais, desde que seja feita de forma correta, tem um potencial muito grande. O nosso Estado tem um potencial muito grande. O nosso Estado foi descoberto e explorado através da mineração e nós precisamos avançar nessa direção”.

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Mesmo sendo contra a extinção da autarquia, o deputado reconhece que a Metamat não vinha desempenhando as funções esperadas. “A Metamat não pode ser um órgão somente pra poço artesiano. Nem isso estava atendendo. Se furava o poço pela metade, não terminava o poço, isso realmente tinha que tomar providência. Tem outras formas, digamos assim, de se resolver um problema como esse. Talvez você mudar o foco, tirar do que estava sendo feito e mudar para o setor de direito. Acho que a Metamat tem que cuidar do fortalecimento da mineração”, ponderou o parlamentar.

Metamat

Há duas semanas o Governo do Estado anunciou que decidiu pela extinção da Metamat (Companhia Mato-grossense de Mineração). As atribuições da companhia serão encaminhadas para a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, sob o comando do secretário César Miranda, que já tem uma adjunta para este fim.

Em 2019, o Governo já havia sinalizado pela possibilidade de extinção da Companhia, para otimização de recursos públicos e viabilidade econômica.

Na época, foi encaminhado à Assembleia Legislativa um pedido de autorização para a extinção de cinco autarquias, entre elas a Metamat. Os deputados já deram a autorização, que será utilizada pelo Governo.

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O governo alega que, com a extinção, irá economizar R$ 47,5 milhões anualmente. Criada em 1971, pelo então governador Pedro Pedrossian (1966 a 1971), a Metamat tinha a função de exploração mineral.

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