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Botelho diz que redução de impostos da energia será alívio a MT

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AL-MT

Eduardo Botelho

 

Primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Eduardo Botelho (DEM) disse nesta quarta-feira (29.09) que o governador Mauro Mendes (DEM) cumpre uma promessa antiga após o anúncio da redução de impostos estaduais. Segundo ele, a base governista na Assembleia participou ativamente da elaboração do projeto de lei.

 

O pacote econômico foi anunciado na tarde desta terça-feira (28.09) e, caso seja aprovado pela Assembleia Legislativa, a lei passa a vigor a partir de janeiro de 2022.

 

A redução das alíquotas atingirão: energia elétrica (de 25% e 27% para 17% a todos os setores); dos serviços de comunicação, como internet e telefonia (de 25% e  30% para 17%); da gasolina (de 25% para 23%); do diesel (de 17% para 16%); do gás industrial (de 17% para 12%); e do uso do sistema de distribuição da energia solar (de 25% para 17%).

 

“Nós aprovamos em 2019 [a minirreforma], já tínhamos feito um pacto que haveria ajustes pontuais e que ao longo de dois anos teríamos uma revisão, que poderia ser

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Sem dúvida nenhuma, um acordo feito lá atrás que está sendo cumprido agora

alguns cortes, mas precisávamos ver como se comportaria a arrecadação. Tinha uma previsão, mas a arrecadação foi maior do que o previsto, então era a hora desse ajuste. Essa construção com a Assembleia foi, sem dúvida nenhuma, um acordo feito lá atrás que está sendo cumprido agora”, disse.

 

Com o pacote de redução de ICMS, o Governo de Mato Grosso deve deixar de arrecadar cerca de R$ 1,2 bilhão por ano. Botelho se refere aos dados da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz), que demonstram que a arrecadação do Estado aumentou 26% nos primeiros quatro meses de 2021. O faturamento total tributável em Mato Grosso teve um aumento de quase 44% a mais que em 2020, passando de R$ 119,5 milhões para R$ 172,5 milhões.

 

“Estávamos desde o ano passado cobrando isso do governador e ele começou essa discussão de redução de impostos. Temos conversado sobre redução de combustível, de energia, eu apresentei proposta de redução sazonal para o período de maior calor, mas chegou-se à conclusão que era melhor fazer uma redução permanente. A redução da energia elétrica, que foi trabalhada na Assembleia com o Governo, é o que vai mais impactar, porque todos vão sentir. Eu espero que a gente aprove o mais rápido possível, para que chegue logo para o consumidor”, completou. 

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