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BOLETIM

Cuiabá já notificou 878 casos de dengue e mais de 1,8 mil de chikungunya em 2025

A média semanal de notificações de dengue saltou de 41 casos em 2024 para 146 em 2025, enquanto a de chikungunya passou de 4 para 308 casos por semana.

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Cuiabá já notificou 878 casos de dengue e mais de 1,8 mil de chikungunya em 2025 Crédito – Reprodução Agência Brasil

Cuiabá enfrenta um cenário preocupante com o aumento de casos de dengue e chikungunya no início de 2025, segundo o Boletim DCZ (Dengue, Chikungunya e Zika) divulgado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) da Diretoria de Vigilância em Saúde (DIVISA) nesta quinta-feira (13.02). O relatório monitora a situação epidemiológica dessas doenças no município.

De acordo com o boletim, nas seis primeiras semanas epidemiológicas de 2025, foram notificados 878 casos de dengue e 1.849 de chikungunya entre residentes de Cuiabá. Os números representam um aumento de 258% nos casos de dengue e de 7.939% nos de chikungunya em relação ao mesmo período de 2024. A média semanal de notificações de dengue saltou de 41 casos em 2024 para 146 em 2025, enquanto a de chikungunya passou de 4 para 308 casos por semana.

Até o momento, não houve confirmação de óbitos por dengue em 2025, mas seis mortes por chikungunya já foram confirmadas, com outras duas em investigação. O boletim alerta que os números podem aumentar devido a notificações tardias que ainda não foram inseridas no sistema.

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O relatório também destaca as ações de controle vetorial realizadas pela Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ). Foram visitados 90.349 imóveis, com 9.680 tratados e 1.883 depósitos eliminados. A UVZ também tratou 11.070 depósitos que poderiam servir de criadouros para o mosquito Aedes aegypti, transmissor das três doenças.

Diante do cenário de chuvas frequentes, que favorecem a proliferação do mosquito, o CIEVS reforça no documento a importância da participação da comunidade no combate aos criadouros. “Agindo uma vez por semana na limpeza de criadouros, em casa e no trabalho, a população interfere no desenvolvimento do vetor cujo o ciclo de vida dura de 7 a 10 dias”, destacam.

O boletim é elaborado com base nos dados repassados pela Gerência de Vigilância de Doenças e Agravos (GEVIDAT) e pela UVZ, que monitoram os casos humanos e as atividades de controle vetorial, respectivamente. As informações são atualizadas semanalmente e servem como ferramenta para orientar políticas públicas e ações de prevenção.

 

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