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OPERAÇÃO ESPELHO

Denúncia do MP: adjunta da SES ‘peitava’ a Procuradoria

onforme o Ministério Público, auditorias apontam que a suposta organização criminosa que atuou como cartel na Saúde de Mato Grosso recebeu mais de R$ 90 milhões em pagamentos irregulares da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) até o ano passado.

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Denúncia formulada pelo Ministério Público contra a secretária adjunta da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), Caroline Campos Dobes Conturbia Neves, revela que ela tinha total autonomia ao atuar no suposto esquema de cartel na saúde. Segundo o promotor de Justiça Sergio Silva da Costa pediu, a servidora atuava como ‘braço da organização criminosa’ dentro da pasta e ‘peitava’ a própria Procuradoria Geral do Estado (PGE-MT).

“Caroline Campos Dobes Conturbia Neves, na condição de Secretária Adjunta da Secretaria Estadual de Saúde, atuava ativamente como o braço da organização criminosa dentro da SES-MT, auxiliando, orientando e possibilitando que as empresas do grupo criminoso não só sagrassem vencedora, mas que fossem contratadas por um preço abusivo, causando prejuízo ao erário, robustecendo ainda mais a convicção de sua inescapável participação nos desvios de recursos públicos ocorridos”, considerou o promotor, ao aditar a denúncia da Operação Espelho.

Leia também: SES pagou R$ 90 milhões em contratos irregulares para empresas denunciadas

Na denúncia encaminhada ao Judiciário, o promotor afirma que “saltam aos olhos suas condutas de enfrentamento aos pareceres da PGE-MT que denunciavam o conluio de preços entre as empresas integrantes da organização criminosa, como também, a oferta de preço abusivo e fora da prática do mercado, combinadas com as conversas via WhatsApp onde os demais membros da organização criminosa falavam justamente sobre a “mulher da SES” que “peitaria” o parecer da PGE”.

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso decidiu aditar a denúncia da 1ª fase da Operação Espelho, imputando à secretária adjunta a prática do crime de organização criminosa. O MPMT pediu ainda a suspensão do exercício da função pública pela servidora, a proibição de novas nomeações na Administração Pública Estadual e também de seu acesso às dependências da Secretaria de Estado de Saúde.

O promotor de Justiça também pediu a prisão preventiva de 18 réus denunciados na Operação Espelho. Conforme o Ministério Público, auditorias apontam que a suposta organização criminosa que atuou como cartel na Saúde de Mato Grosso recebeu mais de R$ 90 milhões em pagamentos irregulares da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) até o ano passado.

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