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Eleição suplementar ao Senado deverá ser realizada junto com a municipal em MT

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Roque de Sá/Agência Senado

Senado Federal.

Mato Grosso deverá eleger o novo senador

A eleição suplementar para o cargo de senador da República deve ser realizada em 15 de novembro em Mato Grosso, junto com as eleições municipais. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) abrirá também nova data para realização das convenções e homologação das candidaturas.

 

De acordo com o diretor-geral do TRE, Mauro Sérgio Rodrigues Diogo, na próxima semana o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) será consultado sobre o assunto, mas ele acredita que a tendência é que as datas das duas eleições sejam as mesmas.

 

Promulgada nesta quinta-feira (2), a Emenda Constitucional 107 adia as eleições municipais de outubro para novembro deste ano por conta da pandemia do novo coronavírus. Aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, o pleito será no dia 15 de novembro, quando serão escolhidos os prefeitos e vereadores do país. Em eventual segundo turno, a data será 29 de novembro.

 

“Nosso Estado estava aguardando a promulgação da emenda constitucional que ocorreu no Congresso e a partir de agora vamos provocar o TSE e tudo caminha no sentido que seja no mesmo dia das eleições municipais, até por questões econômicas, já que seria um custo só e também a questão de aglomeração. Eu acho que seria uma questão de lógica bem razoável”, disse Mauro Diogo ao PNB Online.

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Com a cassação do mandato da senadora Selma Arruda (PODE), Mato Grosso precisa realizar a eleição suplementar. Está no cargo interinamente Carlos Fávaro (PSD), que concorreu no pleito de 2018 mas não venceu a disputa, ficando na terceira colocação.

 

O TRE já havia marcado a data da eleição suplementar antes do agravamento da pandemia no Estado e havia sido fixado que o pleito ao Senado ocorreria em 26 de abril. As convenções foram encerradas em 12 de março e tinham sido homologadas 12 candidaturas.

 

“Como vai reabrir o processo eleitoral, começar do zero praticamente, eu acredito que terá que ser reaberto todo processo de registro de candidaturas. Até porque quem era candidato ao Senado, agora pode querer ser candidato à Prefeitura”, avaliou Mauro.

 

À época, eram candidatos ao Senado: o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT); o ex-governador Júlio Campos (DEM); a tenente-coronel Rúbia (Patriotas); Reinaldo Morais (PSC); Gisela Simona (Pros); Valdir Barranco (PT); Nilson Leitão (PSDB); Procurador Mauro (Psol); Feliciano Azuaga (Novo); José Medeiros (Pode); Elizeu Nascimento (PSL) e o próprio Carlos Fávaro.

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