O ‘superferiado’ que, a espelho de outros governantes brasileiros, Mauro Mendes (DEM) tenta implantar em Mato Grosso como forma de barrar a escalada do coronavírus no estado, está criando dúvidas entre os cidadãos. Entre apoio e críticas, a iniciativa de antecipar os feriados e reforçar medidas restritivas de circulação de pessoas entre os dias 26 de março e 04 de abril tem levantado questionamento quanto ao significado prático da decisão.
A confusão, entretanto, é à toa. Conforme um áudio bem-humorado que circula nas redes sociais, a iniciativa é simples: “Queria mandar uma ajuda de orientação para os companheiros. Está todo mundo enganado, equivocado nessa análise. É o seguinte: os caras estão só antecipando, quer dizer que só vai acontecer antes de verdade da data que era, que tinha. Se for ser na semana que vem, o ‘sesse’ no ano novo do outro ano, então quer dizer que realmente nesse outro ano tem o ano que vem (…)”, traz o esclarecimento.
Em um país motivo de preocupação para o resto do mundo por falta de condução da pandemia, a explicação está de acordo com a confusão causada por quem se opõe a todo custo a qualquer iniciativa prática e mais contundente no combate à covid-19, que, apenas em Mato Grosso, já levou a quase 7 mil mortes.
Ouça a “explicação” clara, um exemplo de humor em meio à tragédia nacional:





















