A expressão “Panhou ou não panhou”, cunhada pelo ex-governador Pedro Taques (PSB), assombra o também ex-governador do Estado, Mauro Mendes, até mesmo em espaços que, em teoria, ele deveria ser bem recebido. Foi o que aconteceu na convenção do União Brasil, nesta quinta-feira (30), em que correligionários gritaram o questionamento durante fala de Mendes.
Com uma investigação em trâmite no Superior Tribunal de Justiça (STJ), Mendes é suspeito de ter operado um esquema de R$ 308 milhões de um pagamento que supostamente deveria ter sido feito pelo Estado à companhia de telefone Oi S.A., mas foi direcionado, via acordo judicial, para dois fundos de investimentos: o Royal Capital e o Lotte Word, que possuem conexões com empresas da família do governador.
A denúncia original foi feita pelo PNB Online e, a partir dela, políticos representaram no Ministério Público, no Tribunal de Contas do Estado e na Polícia Federal. Mauro nega as acusações e afirma, no caso da Oi, que o dinheiro público “se tornou privado” através de meios legais.





















