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MERCADO DE TRABALHO

MT teve a menor taxa de desocupação do país em 2024, aponta IBGE

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MT teve a menor taxa de desocupação do país em 2024, aponta IBGE- Foto por: João Reis

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (14.02) mostram que Mato Grosso registrou a menor taxa média anual de desocupação do país em 2024, com apenas 2,6% da população economicamente ativa sem emprego. O estado se destacou ao lado de Santa Catarina (2,9%) e Rondônia (3,3%), que também apresentaram os menores índices de desemprego no período. A taxa nacional ficou em 6,6%, a menor média anual da série histórica iniciada em 2012.

O cenário positivo no mercado de trabalho mato-grossense mostra o alto nível de ocupação no estado, que atingiu 68,4% em 2024, o maior percentual do Brasil. Isso significa que, a cada 100 pessoas em idade para trabalhar, 68 estavam empregadas. Além disso, Mato Grosso também se destacou na taxa de subutilização da força de trabalho, que ficou em 7,7%, a terceira menor do país, atrás apenas de Santa Catarina (5,5%) e Rondônia (7,0%).

Apesar do bom desempenho no emprego, a informalidade ainda é um desafio no estado. Em 2024, 39% da população ocupada estava em condições de informalidade, índice próximo à média nacional. Ainda assim, Mato Grosso apresentou uma das menores taxas de informalidade entre os estados do Centro-Oeste, ficando atrás apenas do Distrito Federal (29,6%).

Ainda de acordo com o IBGE, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores mato-grossenses ficou em R$ 3.225 em 2024, valor próximo à média nacional. No entanto, o estado ainda está distante dos maiores salários do país, como os registrados no Distrito Federal (R$ 5.043) e em São Paulo (R$ 3.907). Por outro lado, Mato Grosso superou estados como Maranhão (R$ 2.049), Ceará (R$ 2.071) e Bahia (R$ 2.165), que apresentaram os menores rendimentos médios.

Cenário nacional

No país, a taxa de desocupação no quarto trimestre de 2024 ficou em 6,2%, sem variação significativa em relação ao trimestre anterior (6,4%) e recuando 1,2 ponto percentual em comparação com o mesmo período de 2023 (7,4%). As maiores taxas de desemprego foram registradas na Bahia e em Pernambuco (ambos com 10,8%), Distrito Federal (9,6%) e Rio de Janeiro (9,3%).

A taxa de subutilização da força de trabalho ficou em 16,2% no país, com destaque negativo para Piauí (32,7%), Bahia (28,9%) e Alagoas (26,4%). Já a informalidade atingiu 39,0% da população ocupada, com os maiores índices no Pará (58,1%), Piauí (56,6%) e Maranhão (55,3%).

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