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MÉDICOS PELO CLIMA

Natasha Slhessarenko participa de cartilha sobre crise climática e saúde infantil

Publicação traz orientações para proteger crianças diante de ondas de calor, enchentes, queimadas e outros eventos extremos

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Natasha Slhessarenko participa de cartilha sobre crise climática e saúde infantil
Na tasha Slhessarenko participa de cartilha sobre crise climática e saúde infantil(Foto: Reprodução)

Com o objetivo de alertar sobre os efeitos das mudanças climáticas na saúde das crianças brasileiras, o coletivo Médicos pelo Clima lançou na última semana a cartilha “Como as mudanças climáticas impactam a saúde das crianças?”. O lançamento ocorreu durante o 2º Congresso de Pediatria do Norte (PedNorte), no Tocantins, e teve a participação da médica e empresária mato-grossense Natasha Slhessarenko, que assina um dos capítulos da publicação.

Representante do Médicos pelo Clima no Centro-Oeste, Slhessarenko destacou a urgência de colocar a saúde no centro das discussões sobre o clima. “Escrevemos esta cartilha para alertar os efeitos da crise climática na saúde das crianças. Vamos juntos ajudar nossas crianças e adolescentes. A saúde precisa estar no centro da discussão da crise climática”, afirmou.

A cartilha foi elaborada por médicas e médicos de diferentes regiões do país e trata dos riscos à saúde infantil causados por cinco eventos climáticos extremos que têm se tornado mais frequentes no Brasil: as enchentes no Sul, as chuvas intensas no Sudeste, as ondas de calor no Centro-Oeste, as secas no Nordeste e as queimadas na Amazônia.

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No trecho assinado por Natasha, que é patologista clínica, pediatra e professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o foco está nos impactos das ondas de calor, fenômeno cada vez mais comum na região Centro-Oeste e que tanto atinge Cuiabá. A médica alerta para os riscos de desidratação, insolação, dificuldades de aprendizado e alterações no sono, além do aumento da mortalidade infantil.

“É fundamental oferecer líquidos frescos, evitar exposição ao sol entre 10h e 16h, usar roupas leves e manter ambientes arejados”, recomenda a médica. Para bebês em aleitamento materno exclusivo, ela orienta apenas o aumento da frequência das mamadas, sem necessidade de água.

A publicação também traz orientações específicas para famílias, escolas e profissionais de saúde, além de reforçar a necessidade de políticas públicas para enfrentar a crise climática com foco na infância. Segundo dados citados na cartilha, cerca de 60% das crianças e adolescentes brasileiros estão expostos a múltiplos riscos climáticos ou ambientais, como falta de água, calor extremo, poluição e doenças infecciosas.

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“Tive a honra de contribuir com a construção desse material ao lado de outros profissionais engajados com a defesa da vida e da saúde infantil em tempos de emergência climática. Este material foi feito para ser uma ferramenta de orientação, acolhimento e ação no dia a dia clínico”, disse a médica.

O conteúdo foi produzido em parceria com o Instituto Ar e a Sociedade Brasileira de Pediatria, com apoio da Fundação José Luiz Setúbal e patrocínio da RD Saúde. A cartilha completa está disponível no site do Médicos pelo Clima, neste link. Confira o vídeo de lançamento do material:

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