Agência Brasil

Dados divulgados nesta quinta-feira (27.04) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que Mato Grosso que, em março, o número de demissões superou o número de admissões. Com 52792 novos postos de trabalho e 52802 desligamentos, o saldo de empregos ficou em -10.
Com o número, o estado não acompanhou a tendência registrada nacionalmente pela pesquisa. Na divisão por unidades da Federação, 22 registraram saldo positivo, e apenas cinco extinguiram vagas. Os destaques na criação de empregos foram São Paulo (50.768 postos), Minas Gerais (38.730) e Rio de Janeiro (19.427). As maiores variações negativas ocorreram em Pernambuco (5.266 postos), Paraíba (815) e Rio Grande do Norte (78).
Por aqui, o setor que mais puxou o resultado para baixo foi o da agropecuária. Houve 6469 admissões, frente a 10861 demissões, totalizando um saldo de -4392 postos de trabalho. O resultado se deve ao fim da safra de vários produtos, extinguiu empregos com carteira assinada no mês passado.
Os setores de indústria, construção, serviços e comércio registraram alta. O destaque ficou por conta do setor de serviços, que ajudou a equilibrar a balança ao registrar saldo de 2363 novos postos. O segundo maior destaque foi para a construção, com o saldo de 1058 vagas.
Destaques
Nacionalmente, 195.171 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com a abertura de 44.913 postos formais. A categoria de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas abriu 35.467 vagas.
Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 17.876 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou a indústria extrativa, que abriu 1.566 vagas.
























