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Otaviano Pivetta confirma que é natural sua candidatura ao Governo do Estado

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Reprodução

Otaviano Pivetta

 

Vice-governador de Mato Grosso pelo segundo mandato consecutivo e três vezes prefeito da cidade de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (Republicanos) diz que é arriscado antecipar a discussão sobre a sucessão do governador Mauro Mendes (União), mas que sua trajetória política o credencia para a disputa. Ele foi o entrevistado do programa Nada Pessoal apresentado pelos jornalistas Antero Paes de Barros e Pedro Pinto de Oliveira, desta segunda-feira (03.07), no PNB Online.

 

Aliado político do governador desde 2010, quando disputaram pela primeira vez uma eleição ao Governo do Estado, Otaviano Pivetta diz que os anos de parceria revelam que ele acredita na palavra de Mauro Mendes. Para o vice-governador, antecipar o pleito eleitoral de 2026 é uma discussão desnecessária.

 

“Eu quando sou questionado sobre isso (candidatura ao Governo) eu costumo dizer que eu estou na fila, mas como nós passamos por uma eleição no ano passado, nós temos que cumprir e honrar esse mandato e é o que eu estou fazendo, ajudando o Mauro a honrar o mandato para que nós tenhamos legitimidade para pleitear um novo mandato lá pra frente. Isso está muito longe, acho que antecipar a discussão da eleição é muito ruim, dá muito trabalho e gera muita ansiedade desnecessária”.

 

Segundo Otaviano Pivetta, sua experiência política como prefeito de Lucas do Rio Verde e como vice-governador, já tendo assumido o comando do Estado por diversas vezes, o credenciam como sucessor natural de Mendes. “Eu acho que a trajetória que eu escrevi ao longo da minha vida pública me credencia a continuar”.

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Confira os principais pontos da entrevista com o vice-governador Otaviano Pivetta no programa Nada Pessoal:

 

Educação e o apoio às escolas militares

 

O vice-governador defende que a educação precisa de um projeto pedagógico com compromisso com os resultados. Para Otaviano Pivetta, a implantação das escolas militares no estado atende a um anseio da própria sociedade e tem como objetivo a defesa de valores sociais que, segundo ele, foram perdidos ao longo dos anos. 

 

“A polícia nada mais faz do que levar para dentro da escola disciplina, hierarquia e respeito. Valores que deveriam existir e deveriam ser uma norma inegociável nas escolas. Infelizmente o modelo que se desenvolveu ao longo dos últimos 20 anos foi o libera geral, foi a libertinagem e a falta de compromisso com esses valores. O que a sociedade está pedindo, isso não é nós governantes, é a sociedade que está clamando. Eles querem a polícia na escola pra botar ordem e terem segurança de mandarem seus filhos para escola”.

 

Fábio Garcia na Casa Civil 

Questionando sobre a mudança no secretariado do Governo, com a saída de Mauro Carvalho (União) para assumir a vaga do senador Wellington Fagundes (PL), no Senado, e a decisão do governador em nomear Fábio Garcia (União) para Casa Civil, Otaviano Pivetta disse que o deputado federal tem competência para desempenhar a função.

 

“Tem a aproximação dele (Fábio) com a casa dele, mas não tem moleza na Casa Civil. O Mauro Carvalho eu tinha minhas diferenças com ele, mas depois dele passar por essa via sacra, por esse purgatório, eu passei a admirá-lo, porque não é fácil. É uma função que tem que ter muita energia para queimar. Não é brincadeira não”.

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O papel da MT PAR na concessão da BR-163

 

Poderia ser mau usada também, como é normal a empresa pública. Canalizar recursos para os amigos fazerem festa e esse recurso sumir. Isso não quer dizer que isso não possa acontecer no futuro, virar um sumidouro de dinheiro. É possível.

No último final de semana o Governo do Estado assinou a retomada das obras de duplicação da BR-163. A administração estadual assumiu a concessão da rodovia através da MT Participações e Projetos S/A (MT PAR). Na avaliação do vice-governador, isso só foi possível pela capacidade estratégica da gestão. 

 

“Nesse caso a MT PAR foi uma empresa pública usada para fazer este grande negócio para Mato Grosso. Ela não tinha esse orçamento, mas aprovou-se na Assembleia Legislativa, no Tribunal de Contas a compra dessa concessionária. É uma ferramenta pública que quando bem usada gera maravilhas como vem gerando”.

 

Otaviano Pivetta ainda faz um alerta. “Poderia ser mau usada também, como é normal a empresa pública. Canalizar recursos para os amigos fazerem festa e esse recurso sumir. Isso não quer dizer que isso não possa acontecer no futuro, virar um sumidouro de dinheiro. É possível. Quando se cria estrutura pública tem este risco. Então, neste governo nós estamos cuidando muito para que todos os recursos públicos sejam canalizados para fazer bons negócios para sociedade. Espero que no futuro continue”.

 

Confira a entrevista na íntegra: 

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