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DECRETO DE EMERGÊNCIA

Prefeito de Nossa Senhora do Livramento detalha forte crise hídrica no município

Município decretou situação de emergência nesta segunda-feira.

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Prefeito de Nossa Senhora do Livramento detalha forte crise hídrica no município  (Foto: Roberto Kililla)

Na manhã desta terça-feira (13.08), o prefeito de Nossa Senhora do Livramento, Silmar de Souza Gonçalves, em entrevista ao Jornal da Cultura, detalhou a grave situação hídrica enfrentada pelo município. Durante a conversa com os jornalistas Antero Paes de Barros e Michely Figueiredo, o prefeito explicou as medidas emergenciais que precisaram ser adotadas para lidar com a crise.

“Estamos vivendo um momento muito crítico. Estamos há dois ou três anos com pouca chuva, nosso abastecimento é através de poços, não temos rio próximo e também os rios que temos na região estão todos secos.Infelizmente, ainda nem estamos no pico da seca. Já tivemos situação de rios secos nesta época do ano, mas nunca neste quadro que estamos este ano”.

O município decretou situação de emergência devido à severa escassez de água. A medida, que também foi reconhecida pelo Governo de Mato Grosso, resultou na proibição do uso de água para atividades não essenciais, como lavagem de veículos e reposição de água em piscinas. O decreto, publicado no Diário dos Municípios na segunda-feira (12.08), estará em vigor por 180 dias.

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Segundo Gonçalves, a vazão dos poços que abastecem a cidade diminuiu drasticamente. “Temos três poços que são usados para abastecimento da população. Um dos nossos poços chegou à vazão de 42 mil litros por hora e nesse momento está com 30 mil; outro era de 25 mil litros e hoje está com 12 mil; o terceiro estava com 25 mil e está com 18 mil”, explicou.

Para tentar contornar a situação, a Prefeitura está realizando testes para a perfuração de novos poços. “Nos últimos dias, fizemos algumas tentativas, mas não tivemos êxito, não houve vazão suficiente. Estamos tentando resolver isso para cortar o decreto e não ser preciso manter essa economia que está sendo necessária no momento”, disse.

O impacto da seca na região é profundo, afetando não apenas o abastecimento doméstico, mas também os setores agrícolas e agropecuários. “O Rio Santana está seco, o Coquais também, Ribeirão também. Além disso, o Rio dos Peixes, o Brumado, todos rios da região. Todos estão secos”, destacou o prefeito.

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