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UFMT divulga documento com diretrizes para retomada das atividades

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Mesmo sem a definição de uma data para que as atividades presenciais sejam retomadas nos quatro câmpus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a instituição divulgou nesta segunda-feira (23) que já há um plano de ações prontos para a volta. O documento foi elaborado pelo Comitê de Prevenção à Covid-19 (CPC) e prevê diretrizes para um retorno gradual e mais seguro. 

 

O plano é dividido em cinco fases, que variam conforme o controle da pandemia no município em que o campus está está situado. Os níveis gradativos vão ‘máxima restrição’ (fase 1) até a ‘normalidade’ (fase 5), quando houver fármaco ou vacina comprovadamente eficientes contra a covid-19 e aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e Ministério da Saúde. 

 

Na fase 1 (máxima restrição) a principal recomendação é que as atividades acadêmicas sejam realizadas de forma remota. A fase 2 (retorno parcial e gradual) já sinaliza as primeiras possibilidades de flexibilização e considera que é o momento de preparação de ambientes, implementação e adequação dos protocolos de biossegurança pela administração. Na fase 3 (abertura parcial) sinaliza o início do processo de abertura, mas ainda com restrições. Na fase 4 (normal controlado) a maioria das atividades presenciais poderá ser retomada, observadas as condições de biossegurança individual e coletiva.

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“As diretrizes objetivam adotar medidas para ações de prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades administrativas e acadêmicas realizadas de forma presencial nesta Instituição, durante o período de pandemia.  As recomendações aplicam-se a todos os setores da UFMT, ou seja, a todos os membros da comunidade universitária [servidores (docentes e técnicos administrativos), pesquisadores, discentes e funcionários de empresa terceirizada], assim como os usuários externos”, afirma Priscilla Baleroni Cajal, coordenadora  de Assistência Social e Saúde do Servidor (CASS) e integrante do Comitê. 

 

A proposta foi elaborada a partir das orientações do Ministério da Saúde, em especial as contidas na Portaria nº 2.789, de 14 de outubro de 2020, e em planos apresentados por outras instituições de ensino superior. O documento prevê que as unidades que deliberarem pelo retorno deverão instituir uma Comissão Interna de Biossegurança (CIB) com, no mínimo, três membros, representantes dos segmentos, para acompanhamento e execução do plano de retomada.

 

Os pesquisadores responsáveis pelo documento destacam que o fato de que pode ocorrer uma regressão de fase por uma piora no contexto da epidemia no Estado a qualquer momento, o que, naturalmente, exigiria a aplicação de restrição imediata. Nesse caso, o recomendado é haja revisão/paralisação das atividades presenciais, até a região apresentar melhores condições sanitárias.

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