(Foto: Secom/VG)

A Prefeita de Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá) anunciou que a partir desta segunda-feira (22.06) a rede pública de saúde municipal passará a oferecer medicamentos considerados eficazes no tratamento precoce da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.
A mudança no protocolo tem sido tema de debate com o Governo do Estado e Prefeitura de Cuiabá desde a semana passada. Os gestores se reuniram na última sexta-feira (19) e devem anunciar ações conjuntas ainda nesta segunda-feira.
Lucimar afirmou em nota oficial que segue protocolo do infectologista chefe em Várzea Grande, Dr. Francisco Kennedy Scofoni Faleiros de Azevedo, e da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Segundo o secretário de Saúde de Várzea Grande, Diógenes Marcondes, caberá ao profissional médico decidir qual o medicamento que será ofertado a cada um dos pacientes. O entendimento é que cada doente tem um perfil, por isso a automedicação pode ser mais nociva do que o tratamento, por desconhecimento do quadro geral de cada paciente.
“Toda a rede pública municipal de Várzea Grande está apta para o primeiro atendimento aos pacientes, sendo que se ficar constatada a necessidade para receber o medicamento que conforme portaria assinada por nós, deverá ser feita por paciente, atendido na rede pública municipal e munido de exames e de receituário médico e com a dose específica, para se evitar o consumo desenfreado de remédios”, disse o secretário.
Várzea Grande conta com cinco policlínicas, localizadas nos bairros Jardim Glória, Marajoara, Parque do Lago, 24 de Dezembro e Cristo Rei e o Centro de Especialidade em Saúde (CES), antigo Postão.
O processo licitatório para aquisição de medicamentos já foi aberto, mas nesse primeiro momento estão sendo ofertados medicamentos que fazem parte do estoque do Centro de Atendimento e Distribuição de Insumos e Medicamentos – Cadim.
“A população não pode, não deve, sob pena de piorar seu quadro de saúde pública, sair se automedicando, descontroladamente e sem regras e acompanhamento médico como determinam os principais organismos de saúde mundial”, completou o secretário.






















