O procurador do Estado Leonardo Vieira afirmou, durante depoimento na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na quarta-feira (11), que se soubesse qual foi o valor vendido pela companhia telefônica Oi S.A. para o escritório de advocacia, teria realizado negociação melhor para o Estado.
Segundo informações da própria assessoria de imprensa da Oi, o valor do crédito foi vendido por R$ 82 milhões para um escritório de advocacia de Cuiabá. Em seguida, o escritório conseguiu negociar o crédito com a Procuradoria Geral do Estado (PGE) e receber R$ 308 milhões através de um acordo sigiloso.
O destino final do dinheiro foram dois fundos de investimentos: Lotte Word e Royal Capital. O fundo Lotte Word tem como principal cotista as empresas de Robério Garcia, pai do secretário Fábio Garcia.
“Se o cidadão comprou por R$ 80 milhões, eu não sabia, eu não sabia. Eu até ouso dizer que, se eu soubesse, eu ia ter apertado muito mais para ter feito o acordo muito menor”, afirmou Leonardo. “As relações privadas que se desenvolveram antes e depois não estão na nossa visão”, concluiu o procurador.























