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MUDOU DE IDEIA

Abilio recua e diz que vai privatizar apenas “reforma predial” de escolas

Em declaração feita em julho, Abilio disse que pretendia cadastrar escolas particulares para prestarem serviços para o município.

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Depois de afirmar que cadastraria escolas particulares para a prestação de serviços em Cuiabá, em uma resposta direta aos protestos do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público (Sintep), o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), Abilio recuou de sua proposta inicial ao afirmar, em audiência pública na terça-feira (09.09), que pretende privatizar apenas as áreas “não pedagógicas” das escolas municipais.

“Teríamos que gastar mais de R$ 200 milhões, em uma prévia mínima que a Secretaria Municipal de Educação planejou, para restabelecer nossas escolas”, afirmou. “A infraestrutura escolar está decadente, nós não temos esse dinheiro de investimento de R$ 200 milhões a R$ 250 milhões para fazer a reforma de todas as escolas”, declarou.

Abilio usou como o exemplo a escola Adventista onde, segundo ele, cada aluno custa R$ 1.200. Em Cuiabá, conforme o prefeito, o custo por aluno é de R$ 1.600. Segundo o relatório Education at a Glance 2025, o Brasil é o quarto país do mundo com menos gastos por aluno na rede pública. Enquanto outros países investem, em média, US$ 12.438 por aluno, o Brasil gasta US$ 3.872 —o que representa 31% do gasto dessas nações.

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“Não estou falando da terceirização do profissional da educação, estamos falando de abrir uma PPP para manutenção predial, uma PPP inclusive que se tiver uma boa proposta pode entrar também na parte da aquisição de alimentos e na distribuição de alimentos”, afirmou o prefeito.

Em declaração feita em julho, Abilio indicou que as mudanças seriam mais intensas. Ele afirmou que pretendia cadastrar várias escolas particulares para prestarem serviços para o município. O prefeito culpou os sindicatos pela decisão tomada. O prefeito falou claramente que pretendia terceirizar a área pedagógica.

“Se a Educação de Cuiabá não melhorar os seus resultados, pretendo, daqui para frente, cada dia mais buscar parceria com a iniciativa privada e investir cada dia menos nas relações com esses sindicatos e esses militantes que fazem da educação um péssimo resultado”, afirmou. “Se tiver a oportunidade de terceirizar a educação do município, contratando pela iniciativa privada quem vai ministrar aula no domínio do nosso município, se a gente for fazer isso com percentual, faremos”, completou o prefeito.

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